Saiba quais são as alternativas à poupança para diversificar em 2016

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Investimento mais popular entre os brasileiros, a caderneta de poupança teve, em 2015, o pior resultado em 13 anos. Em função do cenário de inflação elevada, as perspectivas para 2016 não são diferentes.

A valorização da poupança no ano passado foi de 8,15%. Como a inflação oficial no período foi de 10,67%, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), quem deixou as economias na poupança viu seu poder de
compra diminuir.

A poupança atrai investidores por ser considerada simples, segura e também por não pagar Imposto de Renda nem taxa de administração. Porém, há alternativas no mercado, também de baixo risco, que se apresentam mais vantajosas, em
especial em um contexto de juros altos. As principais alternativas são as seguintes:

– Tesouro Direto – Títulos públicos emitidos pelo governo. Entre eles, o mais recomendado é o Tesouro Selic, indexados à taxa Selic. Esta modalidade não apresenta risco de prejuízo ao ser vendido antes do prazo, já
que ele paga a variação da taxa Selic. Existem também opções indexadas à inflação (Tesouro IPCA+) ou ainda a taxas previamente acordadas de juros (Tesouro Prefixado) e, nesses casos, a dica é aplicar nos títulos que vão coincidir com
a data de resgate para receber a rentabilidade contratada e não perder dinheiro. Uma desvantagem desses títulos é o pagamento de IR.

– Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) – São títulos de crédito que têm como garantia financiamentos imobiliários ou financiamentos agrícolas. Não pagam IR nem taxa de
administração, mas normalmente têm prazo para resgate.

– CDB – Não paga taxa de administração, mas paga Imposto de Renda. Ganha mais se ficar aplicado mais tempo.

– Fundos de Renda Fixa – Especialistas recomendam ficar atento à taxa de administração e investir em fundos cuja taxa seja de no máximo 1% ao ano, pois ela incide diretamente sobre o patrimônio do fundo. Tem
incidência de IR.

Ainda que essas opções sejam consideradas muito conservadoras, especialistas alertam que nenhum investimento está totalmente livre de riscos. Por isso, quando possível, uma alternativa é diversificar os investimentos entre essas
opções.

Fontes: Portal Exame e UOL

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