Futuro planejado

Quase tudo na vida pode ser planejado. Apesar de ninguém ter absoluta certeza do amanhã, é possível sim torná-lo menos imprevisível com uma postura preventiva, poupadora e consciente. Um bom plano ajuda muito a projetar um futuro melhor.

Objetivos para chegar aos 40 anos com mais estabilidade financeira


Chegar aos 40 anos com as finanças em dia, experiência profissional, uma vida confortável e um bom pé-de-meia para a aposentadoria. Parece uma ótima ideia, não? Mas para colocar isso em prática, é preciso começar a organizar a vida financeira o quanto antes e tomar alguns cuidados ao planejar o futuro.

Pensar apenas no "agora" pode anular qualquer interesse de poupar dinheiro e garantir uma reserva para urgências. Só quem controla os gastos olhando para a frente sabe para onde o dinheiro está indo e para onde deve ser destinada parte da renda mensal de sua casa.

Quem começa a poupar aos 20 anos, por exemplo, ao chegar aos 40, pode se beneficiar de 20 anos de dinheiro acumulado. E ter uma reserva emergencial é essencial a partir dessa fase da vida.

Investir em formação profissional é outro foco que pode ser estimulado antes dos 40. Isto porque, entre os 40 e 50 anos, é comum que uma pessoa atinja seus picos de renda, mas isso exige esforço e qualificação no ramo em que deseja atuar.

Sobre as grandes aquisições feitas ao longo da vida, não se esqueça da inflação: guardar dinheiro em investimentos que não remunerem o patrimônio acima da inflação é outra maneira de sair no prejuízo, pois a inflação diminui o poder de compra ao longo dos anos.

Agora, quem já chegou aos 40 anos sem um patrimônio ou qualificação profissional não deve se desesperar, e sim, aumentar os esforços para correr atrás do tempo não investido. Afinal, a expectativa de vida da população é cada vez maior.

Lembre-se que, a partir dessa faixa etária, a aposentadoria começa a se tornar uma realidade menos distante e é importante preparar-se para contar com algo além do benefício do INSS.

Para quem começou a poupar antes, são maiores as chances de contar com uma reserva para garantir um bom padrão de vida. Mas se esse não for o caso, em vez de poupar 10% da renda líquida, por exemplo, o esforço deve ser maior, destinando para isso ao menos 30% da renda líquida. Nessa hora, tudo é válido: enxugar as despesas, rever o padrão de gastos, abandonar as compras por impulso e procurar alternativas para complementar a renda.

Com informações de Economia UOL

Erros de quem já perdeu muito dinheiro e o que aprender com eles


Economizar não é uma tarefa fácil. E quando finalmente saímos do vermelho, é preciso ter cabeça fria e autocontrole para não agir no impulso e entrar em dívidas novamente, o que pode acontecer até mesmo com quem conquistou grandes fortunas.

O ator norte-americano Nicolas Cage é um exemplo ilustrativo. Famoso com as produções de sucesso em que atuou, Cage já esteve entre os atores mais bem pagos de Hollywood, chegando a ganhar 40 milhões de dólares por ano.

Mas acredite, a estrela gastou todo seu dinheiro, com imóveis de luxo - entre os quais 2 castelos medievais e uma ilha nas Bahamas, além de carros esportivos raros, vários iates e um jato particular. Até um esqueleto de dinossauro por 276 mil dólares e animais exóticos ele comprou entre outros itens bizarros.

Em seguida, seu declínio: o ator acumulou uma dívida com a Receita americana de 28,9 milhões e, para pagá-la, leiloou seus bens por preços irrisórios, durante a crise imobiliária dos Estados Unidos.

É claro que poucos conseguirão alcançar e perder fortunas desse tamanho. Mas é possível aprender algo com essas histórias: mesmo se os ventos estiverem bons, não se pode sair gastando por aí como se não houvesse amanhã.

Mas como não cair nesta armadilha?

Alguns fatores externos podem influenciar nosso comportamento financeiro e nossas decisões. São variáveis macroeconômicas do país, como ações do governo, juros, inflação, níveis de desemprego, política nacional e internacional, até a própria habilidade de lidar com aplicações e investimentos.

Mas há também outras questões subjetivas do ser humano que influenciam o consumo e a falta de planejamento. Parceiros do Futuro traz três dicas para não cair na armadilha dos gastos excessivos, especialmente se você não for um milionário como Nicolas Cage:

1) Lembre-se que o ciclo do consumo é muito rápido: o que queremos hoje, amanhã pode não ser tão desejado. Cada vez mais, o tempo entre consumo e descarte é menor.

2) Antes de comprar algo, espere passar o momento de euforia, reflita se, de fato, é importante para você. Pense na necessidade do presente, mas considere, sempre, o futuro.

3) Quando há muitas opções e dinheiro na conta, fica mais difícil raciocinar friamente e tomar uma decisão. Antes de qualquer iniciativa, pense se aquele dinheiro não vai fazer falta num mês de "vacas magras".

4) Responsabilidade é a palavra certa na hora de comprar bens de maior impacto, como uma casa, um carro ou algo de maior valor. Isto é, pesar ao máximo prós e contras, histórico de valorização e desvalorização no mercado, impostos, taxas de documentação etc.

Com informações de InfoMoney.

Na hora de casar, comunhão universal, parcial ou separação de bens?


Já falamos de casamento por aqui, mas agora é hora de voltar ao assunto esclarecendo dúvidas essenciais para quem está planejando o tão esperado momento de subir ao altar. Os preparativos para a cerimônia e a festa são importantes, mas a parte que afeta as finanças de cada um também é fundamental. O assunto não pode ficar de lado, nem ser deixado para a última hora, pois exige conversa, conhecimento recíproco e decisão consciente.

Por isso, é bom conhecer bem as opções na hora de oficializar a união perante a justiça. Antes de escolher, vale uma boa análise da sua vida financeira e da situação do seu companheiro para avaliar alguns riscos. Vem saber mais para decidir melhor.

O que é comunhão universal de bens?

Este regime coloca todos os bens, adquiridos antes e depois do casamento, em um único "bolo". Por meio dele, você se tornará dona de tudo o que é do outro e vice-versa, inclusive de doações e heranças (a não ser que haja uma cláusula de incomunicabilidade na transferência ou testamento). Dessa maneira, cada uma das partes será titular de metade do patrimônio, mesmo que não tenha contribuído financeiramente para sua construção.

- Comunhão parcial de bens

Se vocês acham que é melhor compartilhar todo o patrimônio construído depois da união, mas deixar para si os bens anteriores, o regime de comunhão parcial de bens é a opção mais comum. Aqui é importante entender que, independentemente de quem fez os pagamentos, os bens adquiridos depois do matrimônio serão compartilhados pelo casal. A exceção fica por conta de doações ou heranças, que permanecerão de propriedade individual.

- Separação total de bens

Como o nome diz, a separação total de bens entende que cada uma das partes tem a propriedade sobre o seu próprio patrimônio. Assim, todos os bens adquiridos antes e depois do casamento serão de propriedade de seu titular, não há divisão a ser feita.

- Participação final nos aquestos (ou no que foi adquirido na vigência do matrimônio)

Existe, ainda, uma quarta categoria, que funciona como um regime misto entre separação e comunhão parcial de bens. Apesar de dar mais liberdade aos cônjuges, é um pouco mais complexo. Basicamente, durante o casamento, o regime de bens é de separação total. A administração de um bem é exclusiva do titular, sem necessidade de autorização do outro para venda. Em caso de divórcio, entretanto, passam a valer algumas regras da comunhão parcial de bens e só são divididos os bens comprados em conjunto. A presença de um profissional na aplicação desse regime é importante para garantir que tudo seja devidamente compreendido.

Fonte: Finanças Femininas

Plano PAI: fazer uma reserva financeira é construir um futuro melhor


Não são apenas as festas de fim de ano que são tão esperadas: o dinheiro extra que chega por conta do décimo terceiro salário também é sempre muito bem-vindo. Mas ainda que os gastos desta época sejam tentadores, fazer aportes utilizando este recurso adicional pode ser a chave para garantir um futuro mais estável.

Por isto, a dica para encerrar o ano com chave de ouro é aplicar ao menos parte desse valor, por exemplo, fazendo um aporte extra no seu plano de previdência privada. No caso dos funcionários das empresas patrocinadoras do Plano PAI (Plano de Aposentadoria Individual), administrado pela Fundação Itaúsa Industrial, alocar uma parte do décimo terceiro no plano é uma boa oportunidade para alavancar o patrimônio.

O Plano PAI funciona como uma poupança previdenciária, mas que possui um diferencial: a empresa patrocinadora na qual o participante trabalha também contribui para a formação da reserva financeira.

Em outras palavras, sempre que o valor da contribuição básica do participante é depositado mensalmente, a empresa patrocinadora, por sua vez, deposita a contrapartida estabelecida de acordo com os limites do plano. Assim, recursos adicionais como o décimo terceiro salário se tornam uma chance de aumentar ainda mais o montante a ser trabalhado e a rentabilidade ao longo do tempo.

Esses recursos são aplicados no mercado financeiro durante o tempo em que o participante permanecer no plano PAI. E o Plano oferece três opções de perfis de investimento: Conservador, Moderado e Agressivo. A escolha pode ser feita de acordo com a propensão a riscos do participante e levando em conta características como idade, tempo até a aposentadoria e projetos para o futuro.

Ao se aposentar, o saldo acumulado pelo participante é convertido em benefícios, de acordo com a forma de recebimento escolhida. Esse saldo é composto não só pelo dinheiro destinado pelo participante ao longo de todo o período de participação, mas também pelo montante da patrocinadora e os rendimentos associados a eles.

Além disso, a contribuição de funcionários da Fundação Itaúsa Industrial ao Plano PAI pode ter incentivo fiscal de até 12% do rendimento anual.

Quais são suas metas a longo prazo?

A decisão entre investir parte do décimo terceiro ou gastar tudo é sempre um desafio: a escolha mais comum, muitas vezes, está na satisfação instantânea, e não na expectativa de retorno a médio e longo prazo. No entanto, muitas metas exigem preparo, planejamento e persistência.

Sempre vale reforçar que o tempo é o principal aliado na hora de fazer uma reserva para o futuro, pois, quanto antes começam os investimentos, maior o valor e o retorno recebido. Por isso, uma boa base financeira iniciada hoje - e construída ao longo dos anos - permite que você não fique refém de um cenário de riscos e incertezas, desconforto e inquietação.

7 cursos gratuitos para melhorar sua formação durante as férias


Que tal aproveitar que as férias estão se aproximando e se organizar para alguns cursos gratuitos, que podem te ajudar a organizar suas finanças ou mesmo melhorar seu currículo para dar um salto em 2018? Parece uma boa, não? Parceiros do Futuro levantou 7 cursos gratuitos que podem ser feitos em um período curto. São de instituições reconhecidas e emitem certificação. Todos são online.

Finanças Pessoais (SENAI)

Tempo de duração: 14 horas

O curso traz a importância do equilíbrio financeiro e é voltado a todos que desejam desenvolver a habilidade de administrar melhor seus rendimentos e gastos. Depois de feita a inscrição, o participante tem até 20 dias para concluir o curso. A inscrição pode ser feita aqui.

Gestão de Finanças Pessoais (Banco Central)

Tempo de duração: 20 horas

Traz conceitos básicos sobre nossa relação com o dinheiro, orçamento pessoal ou familiar, crédito e endividamento, consumo planejado, entre outros temas. Clique aqui para se cadastrar no curso.

Gestão de tempo (Centro Paula Souza)

Tempo de duração: 6 horas

Você sabe administrar seu tempo? Consegue estabelecer prioridades e fazer seu tempo render mais? Este curso pode ser uma boa oportunidade de aprender como planejar melhor o seu dia. A inscrição pode ser feita neste link.

Outras dicas do Parceiros do Futuro

Em nosso site, também recomendamos algumas opções de cursos que podem te auxiliar a encontrar equilíbrio financeiro e a entender a importância do planejamento na construção de seus projetos de vida. Entre eles, há cursos do site Dinheirama, BM&FBOVESPA e da Fundação Getúlio Vargas. Confira.

Com informações do Catraca Livre e UOL Economia

Fim do primeiro semestre: ainda dá tempo de retomar as metas de 2017


É provável que o "ano novo, vida nova" tenha se instalado em você em janeiro e a lista de metas e ações tenha sido feita com carinho. Se no primeiro semestre a avaliação do que foi realizado ou não for boa, ótimo, é hora de rever o que falta e continuar correndo atrás do sonho. Agora, se você descuidou das suas metas, confira algumas dicas e retome seu projeto financeiro, profissional ou pessoal que contemplou os primeiros dias de 2017. Ainda há um semestre inteiro para chegar lá e a gente pode te ajudar:

Revise suas metas do início do ano

Não dá para começar a pensar em retomar seus objetivos sem revisar o que você se comprometeu no começo do ano. Veja se você não foi muito ousado em algumas metas, se algumas coisas mudaram e determinadas metas já não fazem mais sentido ou se você alcançou algumas metas com facilidade e agora precisa de um desafio maior.

Quando rever suas metas estabeleça o hábito de sempre revisá-las

Metas muito longas podem desanimar. É importante que você consiga acompanhar seu desempenho periodicamente. Assim você consegue sempre dosar o esforço necessário até uma próxima etapa.

Estabeleça metas com várias etapas de execução

Quando você acompanhar seu desempenho é bom que seja o desempenho relativo a pequenas etapas. Por exemplo: quero emagrecer 10kg. Faça seu planejamento pensando em emagrecer 2kg a cada 15 dias.

Faça uma reflexão do que te deixa realmente feliz

Quando revisitar suas metas, reflita sobre o que te faz se sentir bem. Não pense apenas na meta como uma meta. Pense nos benefícios que o atingimento dessa meta vai te trazer. Pense nisso e escreva, sinta isso em você. Esse hábito de pensar e escrever pode ajudar na motivação.

Veja se as pessoas ao seu redor estão te ajudando

Tente se cercar de pessoas que te ajudem em seus objetivos. Se você quer correr uma meia maratona, faça amizades com pessoas que também correm, que também querem atingir objetivos maiores. É uma questão de se inspirar e apoiar quem está no mesmo barco que você.

Liste os 10 itens que te atrapalham a focar e executar suas atividades

Muito tempo no whatsapp? Facebook você abre quantas vezes ao dia? Quantos minutos ou horas por dia de youtube? Algumas amizades que levam a desviar do seu foco? Seu pior inimigo pode ser você mesmo.

Pare de dar desculpas

Arranjar desculpas é uma forma de se justificar com você mesmo. Falta de tempo é a principal desculpa que damos a nós mesmos. Cronometre quanto tempo é perdido por dia em atividades que não te levam a lugar nenhum.

Utilize imagens

Imagens são ótimos lembretes e ajudam muito a te inspirar e se organizar. Tente deixar visíveis suas motivações e o passo a passo que está traçando, contemplando o que foi feito e o que falta. Espalhe lembretes pela casa de forma divertida e que inspire. O que os olhos estão sempre vendo, ajuda nos objetivos.

Fonte: Site EverTop

Feriados prolongados vêm aí: como programar viagens curtas para esses dias

Abril e maio estão chegando com tudo. Com pouco espaço entre um e outro, o calendário para esses meses está recheado de feriados, são três chances de descansar, viajar, aproveitar o tempo para colocar a vida em ordem e fazer o que quiser. Na verdade, 2017 inteiro é promissor quando o assunto é feriado: para quem reclamou de 2016, neste ano serão nove.

O primeiro feriado é no dia 14 de abril, a Semana Santa. 21 de abril é Dia de Tiradentes e 1 de maio é Dia do Trabalho. As datas tornam possíveis viagens curtas, que se bem pensadas e planejadas podem acontecer sem grandes sustos no orçamento e na conta bancária. O Guichê Virtual, startup brasileira, separou cinco dicas de como se preparar para viagens desse tipo e aproveitar os feriados conhecendo outros lugares:

- Compre passagens com antecedência

Não deixe para comprar as passagens em cima da hora. Pesquise antes, compare preços e adquira com antecedência. Dessa forma, além de economizar, você pode escolher o assento que deseja e o horário mais conveniente para realizar a viagem.

- Reservas

Para economizar e não correr o risco de não encontrar uma estadia, pesquise e reserve o hotel com antecedência. Datas especiais e feriados prolongados costumam ser disputados, por isso, é preciso ficar esperto.

- Cópias de documentos

Quando a viagem está chegando, a organização está a todo vapor, mala para arrumar e outras burocracias para se preocupar, e por isso, é comum esquecer que imprevistos durante o passeio podem acontecer. Uma dica é fazer cópias autenticadas de documentos, como carteira de identidade, CPF, título de eleitor, assim se algo acontecer o principal você já tem. Para ser fácil de encontrar, organize tudo em uma pasta junto com os comprovantes de compras que fizer e documentos referentes a estadia e as passagens.

- Programe os passeios

Antes de cair na estrada é bom conhecer um pouco sobre o destino e as atrações que ele apresenta. Entre no site da prefeitura do local para saber os pontos turísticos e busque informações sobre o que fazer na região, qual o valor das atrações, se os estabelecimentos funcionam nos feriados e se tem eventos culturais gratuitos.

Se organize para não ter sustos financeiros! Se você tem condições de viajar, clique aqui e veja alguns destinos que cabem em uma viagem curta e com valores acessíveis de passagens e estadia.

Fonte: IG e Guichê Virtual

Os aposentados brasileiros e a perspectiva de quem está chegando lá

O Dia do Aposentado é agora, 24 de fevereiro, e os últimos meses mostraram os holofotes voltados para essa categoria por conta de assuntos como a Reforma da Previdência, proposta pelo Governo Federal, e outras questões que envolvem esse contingente de pessoas. Esse é só um dos motivos para valorizar a data, que é uma boa oportunidade para refletir, discutir e entender sobre o assunto. Quem são essas pessoas e como anda a vida para quem é aposentado em terras brasileiras?

Segundo a Secretaria da Previdência Social, o Brasil tem hoje pouco mais de 19 milhões de aposentados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Atualmente, o brasileiro se aposenta, em média, aos 58 anos e de cada três aposentados, dois ganham um salário mínimo. Nas últimas décadas, o Brasil viu sua população idosa aumentar em um ritmo mais rápido do que o previsto e esses números tendem a mudar o cenário dos próximos anos.

Um estudo do IBGE mostrou que isso está acontecendo devido à mudança no ritmo de vida e de trabalho das últimas décadas que fez com que acontecesse a queda da fecundidade e aumento da expectativa de vida do brasileiro, que subiu para 74,9 anos. Assegurar o bem-estar da população mais velha e equilibrar as contas da seguridade social é hoje um desafio para o Governo Federal e para a população que precisa ficar mais atenta em relação a alternativas, além da Previdência Social.

E depois?

Um dado interessante sobre a aposentadoria no Brasil veio de um estudo recente feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL): mais de um terço das pessoas acima de 60 anos que já estão aposentadas continuam trabalhando. A proporção é de 33,9%. Considerando os aposentados que têm entre 60 e 70 anos, o percentual dos que trabalham sobe para 42,3%.

A principal justificativa entre os aposentados que ainda trabalham é a necessidade de complementar a renda. Para 46,9%, a aposentadoria não é suficiente para pagar as contas e despesas pessoais. Já 23,2% dizem que continuam no mercado para manter a mente ocupada e 18,7%, para se sentirem mais produtivos. Outros 9,1% dizem que precisam trabalhar para ajudar familiares.

Entre os aposentados que continuam no mercado, a maioria, com 17%, são profissionais autônomos. Outros 10% são trabalhadores informais ou fazem bicos, enquanto 2,1% são profissionais liberais. Os que são funcionários de empresas privadas somam 1,7%. A aposentadoria e o recebimento de pensão são a principal fonte de renda para 74,6% dos idosos brasileiros.

A pesquisa ainda aponta que, para 23,4% dos aposentados, a renda atual não é suficiente para atender a todas as necessidades. Mesmo assim, 9 em cada 10 idosos (95,7%) contribuem ativamente para o sustento financeiro da casa, sendo que em mais da metade dos casos (59,7%) eles são os principais responsáveis.

Por fim, outro dado sobre aposentados que continuam a trabalhar chama a atenção: 70,7% dos que ainda trabalham têm sentimentos positivos sobre a situação. Entre essas pessoas, 38,8% dizem que sentem satisfação pessoal por trabalhar, enquanto 19,7% dizem que sentem orgulho. Já outros 28,3% relatam sentimentos negativos sobre a necessidade de trabalhar após a aposentadoria.

Outros rumos

Para aqueles que conseguem parar de trabalhar porque conseguiram a aposentadoria social ou um bom recurso por outros meios, as alternativas para o fim da jornada de trabalho são muitas. O tempo livre pode ser bem aproveitado para viagens planejadas, visitas aos familiares e amigos, cursos que sempre quiseram fazer e outros sonhos que estavam parados. Nesse ponto, a dica vale para os mais novos: é importante pensar no futuro sim.

Uma pesquisa da consultoria Accenture feita em diversos estados do Brasil, mostrou que 90% dos entrevistados diziam se preocupar com sua situação financeira após a aposentadoria. Contudo, menos de 6% tem algum investimento para complementar sua renda no futuro. Os números entregam a falta de planejamento do brasileiro para o amanhã. A questão é que diante das mudanças que podem vir com a reforma sobre a aposentadoria social, é preciso mudar certos hábitos financeiros e ficar mais atento.

Fonte: G1 e Rede Brasil Atual

A chegada de mais um filho: como se preparar para aumentar a família?

Aumentar a família pode ser algo que acontece naturalmente, sem um planejamento prévio, mas também pode ser um sonho do casal e, se é um sonho, pode ser planejado para que tudo aconteça mais tranquilamente. Se a casa já tem crianças, mas o desejo é de que venham mais, a dica é: não existe hora perfeita, mas essa hora pode ser pensada para que dinheiro não seja uma preocupação.

A questão aqui é equilibrar as despesas do primeiro filho com as do segundo que está por vir. Na preparação deve-se pensar que o próximo filho começa a contar nas despesas domésticas logo no início com o pré-natal (consultas, exames, hora do parto) e com pontos práticos da casa como enxoval e espaço adequado: O quarto precisa de reforma? Um berço novo já resolve? O bebê vai herdar muita coisa do irmão? Responder essas e outras perguntas ajuda a ter uma ideia dos gastos com o novo membro da família.

Cortando gastos

Ter um ou dois filhos ajuda no planejamento do próximo, pois a experiência ensina muito sobre como foram os gastos, quais eram realmente necessários e quais foram menos importantes. Além disso, alguns gastos podem ser cortados porque é possível reaproveitar itens como berço, roupinhas, móveis dos outros filhos ou de amigos que não usam mais. Tudo isso entra na planilha de planejamento e controle.

Cada vez mais, é importante considerar no planejamento certos gastos específicos do futuro como, por exemplo, investimentos e reservas para fazer uma previdência privada pensando nos pequenos. Creche, escola ou ajuda de uma terceira pessoa, eventualmente ou não, também vão para lista com todos os detalhes.

Outra dica é sempre manter uma reserva para imprevistos e emergências, entrar em dívidas nessa fase pode complicar bastante a vida e a cabeça dos pais que devem estar focados nos cuidados com o bebê e no funcionamento do resto da casa. Organização e clareza sobre essas demandas antes da gravidez não significa controle total da situação, mas com certeza ajuda muito a deixar a caminhada mais leve e o tempo mais disponível para curtir a chegada de novos membros na família.

Fonte: Revista Crescer

Morar sozinho? Analise seu orçamento e planeje a decisão

A decisão de morar sozinho, em qualquer fase da vida, é algo que pode trazer boas experiências e vários momentos que variam entre prazerosos e estressantes. E isso é normal, afinal, é ótimo ter a liberdade de fazer o que se tem vontade em casa, mas nem sempre é bom pagar todas as contas, sem dividir, e cuidar de tudo, inclusive da limpeza. Por isso, planejar com antecedência e checar o orçamento são fundamentais na realização desse sonho.

Morar sozinho exige maturidade psicológica e financeira. Depois de ter certeza que a sua fase de vida e perfil são adequados para ficar sozinho é hora das preparações relacionadas ao dinheiro. O primeiro passo antes de alugar ou comprar seu espaço é fazer um orçamento doméstico e determinar o custo do seu padrão de vida e quanto isso exigirá do seu bolso por mês e por ano. A lista de cuidados é extensa: aluguel, alimentação, internet, móveis e outros.

Pensando nisso, separamos alguns itens necessários que você precisará ter em mente na hora de se preparar para essa virada:

- Aluguel ou parcela: é preciso analisar e colocar na ponta do lápis: o seu salário comporta pagar a parcela de um aluguel ou do apartamento mensalmente? Antes de assinar o contrato, leia todos os tópicos e tenha a certeza de que o valor não será alterado.

- Condomínio: se for morar em um prédio, lembre-se que o valor do condomínio é das contas fixas mais altas. Edifícios mais antigos, sem estrutura de lazer ou com vários apartamentos por andar costumam cobrar valores menores de condomínio.

- Gastos básicos: quais serão os serviços imprescindíveis para o seu apartamento? As contas de água, luz e gás não podem ficar atrasadas, ou seja, você precisa ter segurança em seu orçamento para pagá-las em dia. Em alguns casos, isso está embutido no valor do condomínio.

- Imposto: morar sozinha(o) significa liberdade, mas tem seu preço. Um deles é arcar com impostos, como é o caso do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), que muda de valor de acordo com a região. Veja se vale a pena pagar com desconto à vista e contabilize esse gasto.

- Supermercado: no seu apartamento você é o único responsável pela alimentação. Para não sobrar um monte de comida, nem faltar nada na hora da fome, é importante prestar atenção aos seus hábitos alimentares. Faça uma lista de compras antes de ir ao supermercado, baseada no seu consumo real, para não cair em armadilhas ou desejos de última hora.

- Gastos secundários: de acordo com a sua renda, será preciso fazer concessões e abrir mão de alguns serviços? Avalie bem gastos como telefone, internet e TV por assinatura e adapte os planos contratados de acordo com o seu orçamento.

- Reserva: são muitos os gastos mensais, mas também é necessário poupar. O ideal é guardar 20% do seu rendimento mensal. Se isso estiver fora da sua realidade, tente poupar pelo menos 10% e vá aumentando o percentual aos poucos. Dessa forma você garante a formação de um fundo de emergência para gastos inesperados.

Fonte: Blog Finanças Femininas

Conheça histórias que envolvem finanças, organização e colaboração

A revista Pé-de-Meia chegou a sua nona edição com o tema "Novos estilos de vida" e falando também sobre as Olimpíadas 2016. Confira abaixo a matéria completa com histórias inspiradoras de quem se organizou e mobilizou financeiramente para alcançar seus objetivos.

Carros, alimentos, serviços, motos, moradia, informação, tecnologia, entre outros bens, podem ser compartilhados, emprestados e doados. E tudo isso também move a economia, só que dentro de outros princípios. Como já se viu na entrevista desta edição, com a Economia Colaborativa, as pessoas estão vendo para além do dinheiro e encontram saídas. Há um interesse em trocar, doar, dividir e, cada vez mais, pessoas se unem e aproveitam as ferramentas que a tecnologia oferece para facilitar o alcance, a organização ou o financiamento coletivo de um sonho.

Dentro desse universo, muita gente já tem história boa para contar. Maria Clara Liberato, junto com seu próprio círculo de amigos e familiares, começou uma mobilização que acabou envolvendo a cidade inteira e levantou o dinheiro necessário para uma jornada que começa no próximo mês. Liana Freire usou a internet para conseguir participar de um campeonato de karatê e a turma de jornalismo formada em 2009 vai fazer um grande encontro de dez anos por meio de colaboração conjunta em uma conta poupança. Confira essas histórias:

Vakinha online - O caminho para participar de um campeonato

Liana Freire tem 27 anos e é designer de produtos em Porto Alegre (RS), mas em maio desse ano, durante quatro dias, no interior de São Paulo, ela foi mesmo é atleta. Participou do Campeonato Brasileiro de Karate JKA 2016 em duas categorias, não medalhou, mas saiu da experiência feliz. "Competir em um campeonato de tal magnitude, além de todo o treinamento intenso anterior, estar com atletas de nível internacional e com mestres de todo o Brasil e do mundo foi indescritível", contou. Por trás dessa participação tem algo marcante, Liana foi para o campeonato custeada por doações que recebeu no Vakinha Online. Como ela não é atleta profissional, não recebe patrocínio e o Rio Grande do Sul está longe de São Paulo, a empreitada teria um custo alto. "Joguei no Google: vaquinha. Pesquisei superficialmente outros meios e vi que no Vakinha online não era necessário bater a meta para arrecadar o dinheiro. Vi também que a porcentagem que fica com o site era uma das mais baixas. Era o que eu precisava". Participaram da rede de doações basicamente familiares e amigos próximos. E o valor arrecadado foi de 86% do necessário. História divulgada, rede mobilizada, sucesso alcançado: no total ela conseguiu arrecadar quase mil reais, para inscrição no campeonato, hospedagem, transporte em São Paulo (exceto o aéreo) e alimentação. Valeu.

10 anos de formados - contribuições entre amigos para um grande encontro

Formados em 2009, eles se encontram anualmente desde então. Mas desta vez o grupo de amigos da turma de Jornalismo da Unesp resolveu investir um pouco mais para a comemoração dos dez anos da conclusão do curso, trazendo para o encontro também os parceiros e filhos. Nathalia Gatto D’Arcadia sempre organiza os eventos e no fim de 2014 resolveu "profissionalizar" a iniciativa, buscando mais condições financeiras para um encontro maior e com mais atrações em 2019. "A turma tem cerca de 40 pessoas. Em 2015, a "mensalidade" era de R$ 25 e aumentamos para R$ 30 nesse ano", disse. Está tudo em uma poupança. A princípio, eles pensaram em uma aplicação que não desse trabalho para ninguém. É uma ação entre amigos, mas tudo bem organizado. "Os pagantes sempre enviam os comprovantes para controle e vamos anotando. Estipulamos que, se alguém desistir, a devolução é integral antes da festa. Estamos confiantes e cheios de ideias para o grande encontro".

Juventude, pizza e poupança: Papa aí vamos nós!

A Jornada Mundial da Juventude, evento da Igreja Católica, acontece a cada três anos e a última aconteceu na cidade de Cracóvia, na Polônia. Nessas oportunidades, jovens do mundo inteiro se mobilizam para encontrar o Papa Francisco e discutir temas da geração e da instituição.

Aqui no Brasil não podia ser diferente e uma história chamou atenção: em Louveira (SP), Maria Clara Liberato, 17 anos, e mais 18 amigos se planejaram (e envolveram a cidade inteira nesse planejamento!) para serem um dos grupos presentes nesse grande encontro. "Fizemos as contas e para 15 dias na jornada cada um gastaria cerca de 9 mil reais. Não tínhamos esse dinheiro. Resolvemos seguir uma tradição, mas torná-la maior.

Desde 2008, os jovens interessados daquela comunidade adotaram a pizza como fonte de recurso para suas empreitadas: compram os ingredientes, montam e as vendem pré-prontas. Para superar o novo desafio, desta vez, o grupo saiu do espaço da igreja, para fazer algo além do círculo de amigos.

Assim, passaram a vender as pizzas na rua, também para pessoas desconhecidas, batendo de porta em porta. "Todo sábado nós nos dividíamos em grupos, em quatro carros emprestados, para nos distribuirmos bem pelos bairros da cidade e levamos inicialmente 30 pizzas."

"Os pedidos foram aumentando e assim chegamos a 120 pizzas por final de semana." Além da renda da pizza, o grupo recebeu doações e todo esse dinheiro tem sido depositado em uma conta poupança. "Escolhemos essa maneira de alocar o dinheiro, pois a conta poupança é segura, e com alguns depósitos a cada mês de trabalho a renda aumentou. Assim, conseguimos o que precisávamos", conta Clara animada. A estas alturas eles já foram à Polônia e viram o Papa de perto!

Fonte: Revista Pé-de-Meia

Previdência privada infantil, uma opção para o futuro dos filhos

O nascimento de uma criança pode mudar o dia a dia de uma família, inclusive, no lado financeiro. Por isso, muitos pais, já pensando nas responsabilidades do futuro, começam a se planejar desde cedo. Para escolher a melhor opção na hora de poupar e garantir certas despesas dos filhos, como faculdade ou intercâmbio, é necessário pesquisa e organização. No fim, esse cuidado funciona como um investimento de longo prazo e uma das opções para esse tipo de aplicação é a Previdência Privada, que nesses casos é chamada de Previdência Infantil.

O destino da aplicação com esse intuito vai depender do perfil dos pais como investidores e do tempo que eles terão para isso. Essa opção funciona como uma previdência normal e quanto mais cedo se começa a contribuir, menor terá de ser o aporte mensal, e os pais vão se beneficiar do poder dos juros sobre os juros, aumentando a rentabilidade.

Se uma Previdência Infantil é feita logo após o nascimento do filho, com um investimento de R$ 100 mensais, por exemplo, o total acumulado após 18 anos seria de aproximadamente R$ 45 mil, considerando um retorno de 6% ao ano. Essa modalidade parece estar agradando muitos pais prevenidos. Segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), em 2015 os planos para menores de 21 anos arrecadaram R$ 1,1 bilhão, de janeiro a julho. Apenas em março deste ano, o valor arrecadado foi de R$ 185,2 milhões.

Na prática, os planos de previdência para menores são basicamente iguais aos demais, e a principal vantagem é o benefício tributário. Dependendo do plano, quando chegar o momento da retirada do dinheiro, pode-se optar por renda temporária ou resgate total do valor, a escolha é de cada um.

Tipos de planos

Existem duas opções: o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). A escolha de um plano depende do projeto para o filho e do tempo que o pai terá para contribuir até o início do resgate. Ambos proporcionam benefícios tributários e fiscais. A diferença é que quem possui um PGBL pode abater suas contribuições até o limite de 12% da renda bruta anual tributável na declaração de Imposto de Renda (IR).

Já no VGBL, a tributação do IR incidirá apenas sobre a parcela equivalente ao ganho de capital no momento do resgate ou no recebimento dos benefícios. Exatamente por isso, os mais procurados são os VGBL, por atenderem a um universo maior de interessados - pessoas isentas de Imposto de Renda na fonte, que utilizam a declaração de IR simplificada ou já possuem previdência complementar.

Fonte: Exame e Pais e Filhos

Planejamento sucessório do patrimônio inclui previdência privada

Sonhar, poupar, planejar. Essas ideias fazem parte de uma caminhada financeira que abrange desde o orçamento doméstico até investimentos e aposentadoria. O que pouco se fala é como fica esse tipo de cuidado quando o assunto é a proteção do que foi conquistado ao longo da vida diante de uma ausência. Um pequeno ou grande patrimônio pede um planejamento para que seja preservado e destinado de acordo com a vontade de quem o construiu.

A verdade é que todo o patrimônio adquirido durante a vida será de alguém quando não estivermos mais aqui. O planejamento sucessório nada mais é do que uma maneira de facilitar a sucessão dos bens para que seja menos burocrática e financeiramente vantajosa. Esse acordo possibilita estabelecer entendimentos prévios entre os beneficiados e, inclusive, demandar funções e atribuições para que os negócios ou bens sejam administrados da melhor maneira possível.

Essa é a melhor alternativa para diminuir a burocracia em um momento delicado. Muitos inventários levam anos para serem resolvidos, seja por questões judiciais entre os herdeiros ou por dificuldade na realização da divisão dos bens e atribuições. Com um planejamento sucessório legal e eficazmente estruturado esses problemas diminuem: bens e responsabilidades são distribuídos em comum acordo entre os envolvidos na partilha e o titular do patrimônio.

Como funciona

Os impostos nos acompanham desde cedo e isso não muda no momento da partilha de bens. A vida fiscal acaba em média 12 meses após o óbito. Durante esse período abre-se o inventário, os herdeiros são determinados, apresenta-se a partilha de bens, pagam-se os impostos e, por fim, o banco e, se necessário, outros órgãos como Detran e Cartório de Registro de Imóveis (isso depende dos bens que a pessoa possuía) serão informados sobre o desfecho do inventário. Tudo isso pode ser resolvido com antecedência e segurança jurídica.

De acordo com a lei, é possível deixar metade do patrimônio para quem quiser e metade para herdeiros necessários (descendentes, os ascendentes e cônjuge). Essas metades podem ser "Legítima" ou "Disponível". A parte legítima, como o próprio nome fala, é de direito dos herdeiros necessários. Existe uma ordem: primeiro os filhos, em concorrência com cônjuges, em segundo pais em concorrência com cônjuges, em terceiro, somente o cônjuge, em quarto lugar os colaterais (irmãos, primos e outros) e, por fim, vem o estado.

Um elimina o outro à medida que essas pessoas não existam. A parte "disponível" pode ficar para quem for indicado no chamado "Testamento", devidamente formalizado de acordo com a lei. Caso não se queira deixar parte para alguém que não seja herdeiro necessário, segue-se com a sucessão normal.

A herança que vai para inventário é tributada pelo ITCMD (imposto de transmissão causa mortis e doação), imposto estadual e pode haver variação de 1% a 8% dependendo do Estado. Para que os herdeiros tenham acesso aos bens (carro, imóvel, aplicações financeiras, etc.), eles devem ser listados em inventário, sobre o valor total da herança paga-se o ITCMD e definindo a parte de cada um, eles recebem.

Como o nome do imposto já diz, causa mortis e doação, é possível doar seu patrimônio em vida. Na doação, o donatário paga o ITCMD, o bem passa para o nome do donatário e pode-se definir como e quando o donatário usará esse bem. Normalmente, o donatário são os herdeiros. Por exemplo: um apartamento pode ser doado para seus herdeiros com cláusula de usufruto. Estes só poderão usar ou desfazer-se do bem após a morte do doador.

Sobre a previdência privada

Além da doação, uma forma de sucessão muito utilizada atualmente é a previdência privada. Planos de previdência privada, quando transformados em benefício, visam o complemento de renda na aposentadoria. É possível contratá-los em diversas modalidades e por meio de aporte único ou contribuições mensais, por exemplo. É possível ainda, fazer contribuições espontâneas, de acordo com as regras de cada plano.

Durante o período de contribuição, ou enquanto não for transformado em benefício, na falta do contribuinte, o recurso é liberado para os beneficiários indicados, e normalmente, sem transitar pelo inventário. Alguns Estados não tributam esse pagamento com ITCMD e, normalmente, é efetivado em até 30 dias após a entrega de toda documentação necessária para a entidade que administra o plano. Essa é uma forma simples e fácil de planejamento que vem ganhando espaço ao longo dos anos.

Fonte: Blog Finanças Femininas e Blog Franzoni Advogados

Ano novo, vida nova; Hora de pensar na previdência?

O ano novo costuma despertar uma atmosfera de animação, uma espécie de "é possível fazer diferente" e recomeçar. Muitos aproveitam esse período para refletir e tomar medidas para melhorar alguma situação. Pensando na aposentadoria, essa é uma boa época para rever planos para o futuro.

Além de ter desafiado muita gente a revisar estratégias pessoais, 2015 trouxe mudanças para o cenário da previdência no Brasil que merecem ser levadas em consideração. Neste ano que passou, o cálculo da aposentadoria da Previdência Social (benefício garantido a trabalhadores contribuintes do INSS - Instituto Nacional do Seguro Social) foi revisto e a Medida Provisória 676 foi aprovada.

A principal novidade nessa medida foi a chamada "fórmula 85/95" e sua variação progressiva. Esse modelo define que mulheres podem garantir o benefício integral a partir do momento em que a idade e o tempo de contribuição somarem 85 anos e os homens, quando somarem 95 - sempre respeitando o tempo mínimo de contribuição, de 30 anos para mulheres e 35 para homens. Em tempo: os valores 85/95 serão corrigidos a partir de 2016.

É importante entender que essas mudanças valem apenas para a aposentadoria via INSS, cujo teto é de R$ 4.663,75. Um bom argumento para pensar na previdência privada ou poupança ao longo da vida. Para quem só conta com a previdência social, é bom começar a pensar logo no assunto. No caso de quem já contribui com outro tipo de previdência, vale a pena rever sua contribuição e as perspectivas para os próximos.

Para aqueles que são participantes do Plano PAI, uma boa ideia é começar 2016 avaliando a possibilidade de fazer uma contribuição extra, por conta do décimo terceiro, ou rever seu perfil, considerando suas questões pessoais e o momento econômico do país.

Perfis do Plano PAI

Em 2015 o Plano PAI completou um ano da implementação dos perfis: Conservador, Moderado e Agressivo. Nesse período, menos de 3% optaram por alterar sua escolha inicial, o que denota a compreensão dos participantes quanto às características e propostas de cada perfil. Mas, é bom saber que o plano permite a mudança de perfil caso o participante não esteja mais confortável com a opção escolhida inicialmente.

O aconselhável, no caso da escolha ou troca de perfil, é não pensar na expectativa de resultado, e, sim, no entendimento pessoal sobre riscos. Para uma eventual troca de perfil no início de 2016 é preciso se perguntar: minha tolerância ao risco mudou? Às vezes, arriscar parece tentador, caso a taxa de juros suba ou alguma ação se valorize, mas é preciso cuidado. O mercado muda a todo instante e, se perder dinheiro não é algo aceitável para você, é melhor ir com calma.

Encontre um tempo para fazer essa análise, comece 2016 com o pé direito e pense que certos passos relacionados à aposentadoria começam hoje com consequências para uma vida financeira mais tranquila no futuro.

Fonte: Rede Brasil Atual e Site Fundação Itaúsa

Tirando planos da gaveta: planejando aprender outra língua no exterior

Estudar fora e aprender outra língua com professores nativos no país dos sonhos é possível com um bom planejamento. Esse tipo de aventura não tem período ideal para acontecer: jovem, aposentado, profissional em carreira - todos podem se organizar e adquirir mais essa habilidade.

O primeiro passo antes de entrar em detalhes financeiros é escolher o idioma que quer aprender ou aperfeiçoar e os países de interesse. No caso da língua inglesa, por exemplo, existem diferenças entre estudar em algum país da América do Norte e em um país da Europa. Pensando geograficamente, e na possibilidade de viajar e explorar outros locais, a Europa oferece chances de conhecer mais de uma cultura pela proximidade das fronteiras.

Além disso, sotaques, culturas, hábitos locais devem ser pesquisados e levados em consideração na hora da primeira triagem. Não adianta querer estudar e mergulhar em uma cultura se você sabe que terá problemas com o clima local, por exemplo. É possível que depois dessa primeira rodada de análise você fique em dúvida entre dois ou três países. Isso é bom. Melhor fazer três orçamentos a fazer dez sem necessidade.

Agência ou conta própria?

É muito comum recorrer às agências de intercâmbio para facilitar a pesquisa de escolas e conseguir ter acesso a mais opções. Sem falar que é um apoio seguro e que poupa seu tempo. Claro que isso tem um custo, mas geralmente vale a pena. Se optar por fazer a pesquisa sozinho, a internet oferece informações de escolas e há grupos no Facebook, por exemplo, para troca de ideias. Decida se precisa ou não de agência analisando o seu bolso ou o que já tinha guardado para esse fim.

Não importa se o intercâmbio é de um mês, seis meses ou um ano, em qualquer circunstância o pacote a ser pensado inclui passagens, escola, moradia, alimentação e seguro saúde. Um cálculo do total gasto deve partir dessas necessidades. Uma agência pode oferecer o pacote completo por um preço único e cabe a você apenas a alimentação. Se decidir viajar por conta própria, coloque tudo em planilha e reserve horários para pesquisas e ligações.

Visto e capital exigido

Intercâmbios de até três meses costumam ser menos burocráticos por se tratar de um período aceito para turistas e, em muitos casos, não precisa do visto. Mas muitos países exigem esse visto, independentemente do tempo de estadia e alguns cuidados como vacinas específicas. Você pode conferir essa lista no site do Governo Federal. Além disso, se o tempo de estudo passar dos seis meses é comum que, na lista de condições do país, exista um valor que precisa ser depositado em um banco local, para provar que consegue se manter como estudante.

Custo de vida local

Com os orçamentos dos seus locais preferidos para morar e estudar em mãos, a decisão final depende também do custo de vida do país escolhido. A situação financeira local e a conversão da moeda para o real são questões que impactam o custo de cada país ou da escola em que optou fazer o curso. Não deixe de levar esse ponto em consideração.

As palavras-chave para uma boa experiência do início ao fim são: pesquisar e planejar. Boa sorte!

Fonte: site Viajar Barato e UOL

Pensando no futuro: quando contratar um seguro de vida

Pensar financeiramente no futuro significa planejar para realizar grandes sonhos ou, simplesmente, se precaver frente a possíveis imprevistos. Às vezes, a segunda opção parece um pouco pessimista, mas pode ser necessária. O seguro de vida, por exemplo, é muito útil nos momentos mais complicados e é de grande valia principalmente se você possui dependentes.

Na prática, o seguro de vida funciona como qualquer outro tipo de seguro - ele cobre um risco. Enquanto o seguro de automóvel cobre o risco do seu carro ser roubado ou danificado, o de vida cobre o risco de você vir a falecer e deixar alguém desamparado financeiramente. Apesar de parecer difícil planejar tão a longo prazo, e de lidar com questões relacionadas à morte, contar com um seguro de vida pode ser interessante.

Uma das vantagens é que este produto pode oferecer outros tipos de cobertura, além do mais conhecido relacionado ao falecimento. A cobertura de invalidez, por exemplo, garante uma indenização ao próprio segurado em caso de acidente. Alguns também oferecem coberturas para doenças graves ou terminais que garantem a retirada da indenização caso o segurado passe por algum problema dessa natureza.

Os preços do seguro de vida costumam ser acessíveis, com exceção de casos de seguros muito detalhados e completos que elevam os valores mensais, ou anuais, mais básicos. Fumantes e pessoas com algum tipo de problema de saúde também podem fazer um seguro de vida, mas algumas seguradoras podem não oferecer todas as coberturas.

Perfil dos segurados

Ao contrário do que muitos pensam, o seguro de vida não é recomendado apenas para pessoas idosas, mas sim para as mais jovens que ainda não acumularam o suficiente. Os especialistas comentam que a decisão de comprar um seguro de vida deve ser tomada com base na sua situação financeira e na quantidade de pessoas afetadas por ela.

Se você tem vinte e poucos anos, é solteiro e sem filhos, o seguro talvez não seja a melhor opção. Neste caso, o melhor é poupar e investir o seu dinheiro de forma a aumentar seu patrimônio. Mas, se você já é casado e tem filhos, a situação muda, pois se algo acontecer é interessante ter esse amparo financeiro.

Dúvidas frequentes

Na hora de tomar decisões pensando no futuro, é normal ter dúvidas: o que vale mais a pena, um seguro de vida ou um plano de previdência privada? O que acontece é que os dois produtos são distintos e devem ser vistos como complementares, e não como excludentes. O plano de previdência funciona como uma poupança de longo prazo, isto é, faz parte de sua estratégia de investimento. Já o seguro de vida não é um investimento, mas uma cobertura de risco.

Os recursos acumulados com a previdência são como o pé-de-meia que você precisa acumular para se aposentar. Sendo assim, quanto mais próximo de se aposentar, maior será o pé-de-meia e menor a necessidade de um seguro. Por outro lado, para os mais jovens essa reserva pode não ser suficiente para sustentar a família em caso de falecimento ou invalidez, de forma que o seguro é um complemento indispensável.

Se você tem interesse nesse assunto, que é bem amplo, aguarde. Ele ainda voltará à pauta do Parceiros do Futuro!

Fonte: Info Money e Site Ta Certo corretora

O casamento tão desejado: prepare-se e curta o momento

O vestido de noiva mais lindo, o lugar escolhido a dedo, a festa com a decoração e os convidados tão esperados. Se esse momento da vida chegou é hora de se preparar para que seja só alegria do início ao fim. Ter ansiedade nessa hora é normal, o que não pode é perder o controle, fazer dívidas e deixar que o estresse tome conta.

As palavras que vão guiar o planejamento desse sonho são simples - poupar, pesquisar, anotar e decidir. Para construir essa caminhada aí vai um passo e uma dica importante aos noivos: organizem juntos, procurem dividir as tarefas para não sobrecarregar nenhum dos dois e, acima de tudo, mantenham a calma e o amor em cada etapa:

Jogo aberto

A primeira conversa depois do pedido oficial é aquela mais sincera, que vai além de quanto cada um ganha ou tem guardado. É hora de falar das dívidas de cada um e lidar com elas o quanto antes. A honestidade é essencial aqui: não dá pra investir em um casamento carregando problemas financeiros. Quitar pendências é o primeiro passo para planejar.

Poupando

Problemas financeiros resolvidos, hora de pensar em três questões: Quanto cada um consegue separar por mês? Quanto do seu dinheiro já guardado será destinado para investir nesse sonho? A festa vai ser grandiosa ou algo mais íntimo para a família e poucos amigos?

Essas respostas devem ser levadas em consideração na hora de escolher como bancar o casamento. Vale pesquisar quanto sairia um casamento ideal e estimar o valor. Mesmo que depois de um tempo os valores mudem, você já terá uma boa noção do quanto vai precisar.

Muitos casais optam por abrir uma conta corrente só para isso, e não misturar com outras despesas. Outros preferem fazer uma poupança, por algum tempo, para os pagamentos necessários. O bom é escolher o melhor método e administrar bem esse dinheiro.

Na ponta do lápis

A quantia que previram para dar o pontapé inicial já foi alcançada? Hora de começar a fazer mesmo o grande dia acontecer. Para isso pense em cada etapa: local da cerimônia e festa, serviços do evento, número de convidados, música, vestido, decoração, lembrancinhas e outros. Nessa hora não tem muito o que fazer, é a boa e velha planilha que vai ajudar a controlar tudo. Baixe um excel pronto para você preencher. https://www.dropbox.com/s/vrpfn7jja2fo85o/Planilha%20Casamento%20FF.xls)

Então, você já sabe: planeje bem e curta com tranquilidade esse dia. É um momento único!

Fonte: site Noivas online, Site da Noiva, Finanças Femininas

Sonha comprar um imóvel? Fique atento ao mercado imobiliário

Conseguir a casa própria, sair do aluguel e ter um lugar para chamar de seu. Essa é uma das maiores ambições do brasileiro, segundo pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) há dois anos, cujo objetivo era traçar o perfil comportamental do consumidor. A descoberta foi que três em cada dez brasileiros têm como principal sonho comprar uma casa ou reformar o imóvel. Resta saber: qual a melhor maneira de alcançar o sonho da moradia sem se endividar?
Como sempre, antes de tudo, é preciso planejar e pesquisar muito. Para cada família e situação financeira existe uma possibilidade de compra. A decisão sobre a melhor opção de adquirir o imóvel próprio deve ser muito bem pensada e, no fim, acaba em financiamento ou pagamento à vista. O momento do mercado imobiliário deve ser sempre levado em consideração, assim como as taxas de bancos na hora de optar.

Realidade

O que acontece é que, em 2015, pela primeira vez em sete anos, o preço dos imóveis subiu menos do que a inflação e quem estuda o mercado imobiliário garante que está na hora de comprar. O ideal é que seja à vista, porque a taxa de juros (Selic) em alta prejudica o financiamento. Como o cenário é de oferta maior que a procura, os preços caem e, quem tem dinheiro na mão, pode conseguir descontos bem vantajosos.

O financiamento não é uma opção ruim, mas não se encontra no seu auge. Existe uma ideia de que o aluguel poderia ser o valor de uma parcela do financiamento, mas o que acontece é que os juros encarecem o valor na hora de colocar tudo na ponta do lápis. O custo mensal de alugar hoje gira em torno de 0,5% do valor do bem, isso é bem menos do que os juros cobrados na maioria dos financiamentos, beirando 1% ao mês.

No geral, alugar um imóvel anda saindo mais barato do que financiar e com essa diferença de custos, quem opta pelo aluguel consegue poupar recursos que podem ser investidos para viabilizar a compra do bem à vista. Também fica livre de desembolsar a entrada, sempre grande, que é exigida nos financiamentos. Este é mais um valor que pode ser investido.

Por outro lado, o financiamento pode fazer sentido para quem adere a programas de crédito habitacional subsidiado (por exemplo o Minha Casa, Minha Vida), a juros bastante baixos. Ainda assim, é preciso ponderar que se trata de uma dívida de longo prazo que vai comprometer o orçamento da família por muitos anos.

Fonte: Magnetis - o seu blog de investimento e Jornal Hoje

Que tal se programar para fazer a viagem dos seus sonhos?

Viajar, conhecer pessoas e lugares novos, passar um tempo fora da rotina. Tudo isso, parece convidativo e faz parte dos sonhos de muita gente, mas atenção: fazer as malas pode ser motivo de dor de cabeça se essa decisão não for bem planejada. Cuidado com o uso excessivo do cartão, taxas e gastos que não estavam previstos durante e depois do período fora de casa.

Para que isso não aconteça, é importante ter em mente o tipo de passeio a ser feito e se planejar para isso. Sua viagem será romântica, a dois, vai levar a família, ou pretende um mochilão mais aventureiro? Você está disposto a ficar quanto tempo? Faz questão de se hospedar em hotel cinco estrelas, ir de primeira classe e frequentar os melhores restaurantes ou está aberto ao melhor custo-benefício?

Sabendo a resposta, é hora colocar na ponta do lápis todos os tipos de despesas. Esse primeiro orçamento, feito em planilha ou manualmente, é preliminar e deve incluir o básico: passagem de ida e volta, traslados, mobilidade no local (carro, metrô, ônibus) hospedagem e refeições. Em seguida planeje os passeios, como visitas a museus, compras e outros gastos

Com o tempo, desenhando melhor o roteiro e selecionando as atividades que pretende fazer ao longo dos dias, é possível ter uma ideia mais certeira desse custo e se programar, até mesmo, para eventuais surpresas como uma mudança na cotação da moeda, se a viagem for para outro país, ou outros gastos inesperados. Aliás, é bom ficar atento à cotação de moedas estrangeiras para avaliar se é vantajoso, por exemplo, trocar o dinheiro antes para levar, ou no país de destino, usar cartão pré-pago ou cartão de débito e crédito normal.

Poupando

Uma viagem bem planejada começa com pesquisas e o hábito de poupar dinheiro. Para saber quanto é preciso guardar para esse fim, uma ideia é simular e ver o quanto, por alto, essa viagem sairia. Desse valor, desconte o adicional de 1/3 das férias e divida por 12. Pronto: você tem uma noção sobre quanto dinheiro deve juntar por mês para conseguir ir para onde quiser, sem se endividar.

O site Quanto custa Viajar coletou informações em blogs e sites de turismo, oferecendo uma estimativa de gastos em diversos destinos para todos os tipos de viajantes. Essa é outra ferramenta que pode ajudar no planejamento.

Passagem

Hoje em dia muitos sites ajudam a escolher uma boa companhia aérea e a encontrar melhores preços. O Melhores Destinos, por exemplo, monitora as promoções de passagem e ajuda a economizar nesse quesito. O Decolar e o Submarinoviagens também ajudam nesse primeiro passo.

Hospedagem

Fazer a reserva com antecedência costuma render bons descontos. É bom ficar atento ao que o estabelecimento oferece: às vezes o local mais barato não dá vantagens, como café da manhã, que podem fazer diferença no bolso depois.

Este tema é bastante amplo e voltará à pauta do portal Parceiros do Futuro. Fique atento para novas dicas nesta seção!

Fonte: Exame, Melhores Destinos e Henriquecer

Como planejar financeiramente a educação dos filhos?

Casa própria, carro e aposentadoria normalmente são as primeiras coisas que vêm à cabeça na hora de fazer o planejamento financeiro familiar. Mas, existe uma outra questão que deve ocupar um dos primeiros lugares nessa lista de prioridades: a educação dos filhos, já que investir em educação de qualidade faz bastante diferença no futuro.

É importante ter em mente que, mesmo que você ainda não tenha filhos, isso não impede que a questão seja considerada e planejada. As metas podem ser estabelecidas desde o nascimento das crianças - sim, desde o primeiro dia de vida do bebê -, para que você possa garantir o futuro educacional dos filhos com tranquilidade.

Duas dicas básicas podem ajudar a planejar melhor a educação dos filhos, do ensino fundamental à faculdade:


Quando começar

O planejamento deve começar nos primeiros dias de vida da criança e, como qualquer outro tipo de planejamento financeiro, além de organização, é fundamental estabelecer metas. Segundo o Guia de Planejamento Financeiro publicado pela BOVESPA, entre os 0 e 7 anos de vida dos filhos, o ideal é poupar para o Ensino Fundamental e Médio e só entre os 7 e 17 anos, poupar para o Ensino Superior.

Quanto poupar

Definir uma quantia exata é difícil, mas é possível fazer uma estimativa. Segundo pesquisas desenvolvidas pela Federação Nacional das Escolas Particulares, a média de gastos anual para o Ensino Infantil e Fundamental é de R$ 7.200,00. Já de acordo com estudos da Fundação Getúlio Vargas, calcula-se que os gastos com o Ensino Superior dobram.

Com essa estimativa, é possível estabelecer uma quantia mínima mensal a ser poupada, adequando as metas aos ganhos da família. Nunca de deve comprometer mais de 25% do orçamento mensal com esse tipo de reserva.

Fonte: Site Dicas de Mulher