Orçamento doméstico

Cada pessoa, cada família tem seus desafios para lidar com o orçamento mensal, tanto para cobrir despesas como para alimentar sonhos. Esse espaço está reservado para quem quer se informar sobre como superar dificuldades e alcançar objetivos de forma planejada.

Para poupar dinheiro, faça como se estivesse pagando uma conta de luz

Todo mundo quer ficar rico, certo (ou quase)? Mas fica difícil chegar lá quando, no caminho, há contas e mais contas para pagar. Por isso, a estratégia de criar um compromisso financeiro como se estivesse pagando uma conta básica da casa, como a fatura de luz, por exemplo, pode ajudar bastante a reservar o dinheirinho tão necessário para poupar.

Afinal, é comum se programar para pagar aluguel, água, financiamento do carro, energia, escola, transporte, mercado. Mas a cada gasto essencial se somam os gastos de passeio, roupas e outros custos secundários, fazendo com que não sobre quase nada no fim do mês. Por isso, garantir uma reserva mensal como se o dinheiro separado fosse uma conta fixa inadiável pode resolver a vida de quem tem dificuldade de separar o valor.

E assim como nas contas fixas, evite arrastar o depósito para o fim do mês, quando o dinheiro já começa a ficar apertado. Para isso, coloque no débito automático para que o valor vá para uma poupança programada. Esta pode ser uma boa saída para não deixar passar o investimento mensal.

O ideal é separar um terço do salário líquido para pagar despesas fixas, um terço para poupar e um terço para lazer. Para as pessoas que têm dificuldades de fechar essa conta, especialmente quem tem filhos, vale poupar ao menos 10% do salário líquido.

Mas se a grana estiver curta, separe menos dinheiro, só não deixe de reservar. Muitas pessoas pensam que, na hora de cortar os gastos, não vale a pena poupar se a quantia mensal investida for pequena, mas, ainda assim, é melhor depositar pouco do que valor nenhum.

Seu primeiro objetivo pode ser acumular uma reserva financeira que cubra seis meses de despesas. Quando a meta for conquistada, comece um novo planejamento, e prepare-se para alcançar voos maiores.


Com informações de Economia UOL

Dicas para ter um ar-condicionado e economizar energia

Ainda falta um tempinho para terminar o verão e quem tem ar-condicionado em casa já deve ter sentido a diferença na conta de luz dos últimos meses. Por isso, Parceiros do Futuro traz toques para quem quer continuar utilizando o ar-condicionado nesses dias mais quentes sem impactar num gasto expressivo na fatura de energia.

1) Em locais onde há condicionadores de ar em funcionamento, prefira não desligar o ar se for sair por pouco tempo, como 5 ou 10 minutos. Isso porque, toda vez que o equipamento começa a trabalhar novamente, gasta mais energia para iniciar o resfriamento e reduzir a temperatura ambiente.

2) No local onde houver ar-condicionado, mantenha o ambiente isolado de calor. Ou seja, em dias mais quentes, deixe janelas, portas e até cortinas fechadas, para não diminuir a eficácia do aparelho.

3) Aparelhos mal instalados podem consumir até 20% mais energia, além de comprometer seu funcionamento e vida útil. Por isso, sempre que precisar de alguma manutenção, vale optar por profissionais credenciados na marca de seu aparelho.

4) E falando em manutenção, faça isso periódica e preventivamente, com especial atenção à limpeza dos filtros. Livre de sujeiras que podem obstruir a saída de ar, o filtro do ar condicionado deve ser lavado de acordo com o tempo determinado no manual de uso do aparelho. Isso faz bem para seu bolso e também para sua saúde.

Nos últimos anos, a indústria investiu no desenvolvimento de produtos mais eficientes, e que também geram maior economia de energia. Por isso, se o modelo de seu ar-condicionado for muito antigo, talvez seja o momento de substituí-lo por um novo.

Se fizer mesmo esse investimento, prefira os aparelhos que têm Selo Procel. Um ar-condicionado com selo A, por exemplo, pode chegar a uma economia de energia de 74% do que modelos menos eficientes.

Com informações do Jornal Dia a Dia

Chegou o carnaval! Como aproveitar sem perder a linha já em fevereiro


O carnaval está chegando e, se você ainda não planejou seus gastos, é hora de listar tudo para não perder o controle das finanças durante o feriado.

Se o seu estilo for bem folião, você pode estipular um valor limite para gastar em todo o período, especialmente se quiser sair da cidade. Meta definida, divida o total pelo número de dias que vai curtir o carnaval, para ter uma média diária do quanto pode gastar.

Você também pode reunir os amigos e fazer as compras em um supermercado, ao invés de pagar mais caro por bebidas, por exemplo, nos locais onde acontecem as festas. O mesmo com alimentação: cozinhar em casa e levar lanches na mochila pode ser uma boa pedida.

Aliás, falando em festa, priorize os blocos de rua no lugar de eventos fechados. Eles são divertidos e estão entre os pontos altos do carnaval.

E por que usar o carro? Procure ir até os blocos de rua, festas e churrascos a pé, assim você curte o caminho com os amigos e conhece pessoas novas. Além disso, nesta época do ano, especialmente em cidades e praias mais agitadas, o trânsito fica terrível. Agora, para grandes distâncias, priorize o taxi se for beber algo alcoólico, ok?

Escolha bem a cidade

As cidades maiores onde ocorrem as festas de carnaval mais tradicionais podem apresentar preços de passagens aéreas até 266% mais caros. E não só isso: hospedagem, comida, bebida e passeios turísticos também sobem de preço consideravelmente.

Por outro lado, várias cidades menores têm oferecido roteiros e programações alternativas, divertidas e mais em conta.

Por isso, se ainda não decidiu seu roteiro para esse feriado, converse com sua turma para saber qual o perfil e as expectativas do grupo e explore cidades próximas da sua: muitos locais que tinham baixa procura, hoje, oferecem uma programação diversificada, segura e mais barata.

Com informações de Guia Bolso, Embarque na viagem e MG Turismo.

Pesquisa e informação na hora de receber a lista de materiais escolares


Entra ano, sai ano, a compra de materiais escolares para quem tem estudantes em casa faz parte do calendário doméstico. Depois do recesso escolar, começa a procura por materiais com preços em conta. Mas, além da pesquisa de preços, outras informações também serão úteis quando chegar esse momento de fazer a mochila. Confira.

O que pode entrar na lista. Ainda que a maioria das escolas passe uma "lista oficial" para indicar o que será utilizado durante o ano, vale verificar o que é, de fato, obrigatório e deve ser comprado pela primeira vez. Ao chegar a lista, observe junto ao Procon de seu estado o que pode ou não ser requisitado. A maioria dos estados não permite que as escolas peçam, por exemplo, itens de limpeza, higiene ou material para escritório, ficando a lista restrita a materiais que serão utilizados em sala de aula.

Sobre quantidades e marcas. O Procon de seu estado também pode informar a quantidade máxima que uma escola pode pedir por item, como, por exemplo, quantas resmas de papel por aluno. Outra orientação é que as escolas não podem exigir marcas de produtos ou determinar como obrigatório que o material seja adquirido em uma papelaria/loja específica. Algumas escolas públicas oferecerão materiais básicos, como caderno, lápis, borracha, apontador, cola e lápis de cor, nas primeiras semanas de aula. Veja se é o caso da escola de seu filho, isto pode gerar uma boa economia.

Reutilizar faz parte do processo. No caso de livros, procure exemplares em sebos, inclusive pela Internet. Há muitas publicações que estão bem conservadas e a preços inferiores. Para economizar um pouco mais, você pode observar quais materiais escolares já possui em casa e que podem ser reutilizados, como o estojo, por exemplo. Aliás, este também pode ser um bom exercício para trabalhar educação financeira com seus filhos: não é vergonha nenhuma não ter o material do ano.

Preço e segurança ao escolher. E muita atenção a embalagens de materiais tóxicos, como colas, tintas e pincéis atômicos. Sempre é bom orçar marcas mais em conta, mas é preciso verificar se elas contêm informações de segurança claras e precisas, assim como dados sobre o fabricante, composição química do produto, prazo de validade e as condições de armazenagem em um idioma que você domine. Isto é fundamental para não colocar a saúde de seu filho em risco.

Energia mais cara em novembro; saiba como economizar


A conta de luz do mês de novembro deve chegar um pouco mais salgada. Isto porque a bandeira tarifária na conta será Nível 2, a mais alto no sistema. A bandeira tarifária é única para todos os consumidores e, neste mês, sofreu um reajuste excepcional de 43%, subindo de 3,50 reais para 5 reais a cada 100 kWh.

A boa notícia é que o valor ainda não foi aprovado definitivamente. Em princípio, o aumento ocorrerá apenas em novembro. A má notícia é que ela vale para todo o Brasil, portanto, independente do quanto você economize, a bandeira Nível 2 ainda será adicionada a sua conta de luz neste mês, de forma separada de outras taxas, sempre que sua casa ultrapassar 100 kWh.

Nestes casos, sempre vale relembrar algumas dicas sobre como economizar energia elétrica em casa. O programa Parceiros do Futuro já abordou isso aqui no site, na matéria Horário de verão e as mudanças que mexem no bolso dos brasileiros. Nela a gente fala sobre aproveitar a luz natural ao invés de deixar lâmpadas acesas, trocar as lâmpadas incandescentes por fluorescentes, tomar banhos menos demorados e acumular o máximo possível de roupa para ser lavada, evitando o uso da lavadora se não for para sua capacidade máxima.

Lembre-se que quanto maior a potência de um equipamento, maior é o consumo de energia para que ele funcione. Entre os campeões de consumo estão chuveiro elétrico (4.000 W), ar condicionado (varia entre 900 e 1.400 W), microondas (1.500 W), ferro elétrico (1.000 W) e geladeira (23 a 150 W). Em seguida estão itens como lavadora, TV, computador, lâmpadas, ventilador e até mesmo a chapinha de cabelo.

Fuga de energia

Você sabe o que é fuga de energia? Porque isto também pode ser um perigo para a conta de energia de sua casa. Ela pode acontecer por causa de emendas malfeitas, fios desencapados ou mesmo por carcaças metálicas de equipamentos mal reguladas, como em geladeiras, máquinas de lavar roupa, fogão com acendedor elétrico e lâmpada no forno.

Para saber se isto acontece em sua casa, é possível fazer um teste bem simples: Apague todas as luzes e desligue todos os aparelhos elétricos. Após alguns minutos, o medidor de luz deve ficar parado. Se ele continuar girando, é possível que algum problema na fiação de sua casa esteja causando fuga de energia. Neste caso, procure um eletricista.

Com informações do Site Exame e Portal G1.

IPTU, IPVA, seguro e material escolar: olho nas primeiras contas do ano!


O ano novo está aí e junto com ele já começam a chegar as primeiras contas a pagar, certo? Então é hora de listar as prioridades para não deixar nada pendente porque, além das contas básicas como aluguel, luz e água, é hora dos extras da entrada do ano.

Algumas contas podem variar conforme a localidade, como o IPVA, cujos valores são distintos em cada estado brasileiro, ou o IPTU, imposto pago ao município. Há, ainda, contas que podem variar de acordo com o padrão de vida de cada família, como a renovação do seguro de carro e as compras para materiais escolares. Parceiros do Futuro preparou algumas dicas que podem ajudar na hora de monitorar contas que chegam nesta "temporada de verão".

IPTU

O IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) é um imposto municipal aplicado sobre o contribuinte que possui uma propriedade urbana, construída ou não, seja uma casa, apartamento, terreno ou sala comercial. O dinheiro arrecadado vai para a administração pública e serve, também, como instrumento de controle sobre o preço de imóveis.

Ele não é cobrado apenas pela propriedade de uma casa ou prédio, mas também sobre a área excedente do terreno onde a construção foi erguida (territorial). Também pode haver cobrança de IPTU de terrenos onde houver obra paralisada ou em andamento, ou até mesmo de edificações condenadas ou em ruínas.

No caso do IPTU, você recebeu (ou receberá) o carnê de pagamento pelos Correios. Se não chegar, entre em contato com a Prefeitura de sua cidade, para não se endividar com os juros e multas acumulados pelo atraso.

IPVA

O IPVA - Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores - é uma cobrança feita pelos estados brasileiros, sendo metade da arrecadação destinada ao governo estadual e a outra parte ao município.

Ainda que a maioria utilize a tabela Fipe para definir os valores, cada estado cobra uma alíquota diferente. Os vencimentos e descontos também variam de acordo com cada estado, além do parcelamento ou não do imposto, e suas condições de pagamento.

Por isso, é preciso ficar atento aos valores e prazos de seu estado. Em algumas localidades, os contribuintes podem obter descontos ao pagar o IPVA 2018 em cota única ou dependendo do número de meses em que optar por parcelar.

E para quem mora no estado de São Paulo, uma boa notícia: o IPVA deve ficar, em média, 3,2% mais barato em 2018.

Seguro de carro ou moto

Algumas pessoas também pagam a renovação do seguro de carro ou moto em janeiro. Se este for o seu caso, fique atento para não perder o prazo e ficar desprotegido. E lembre-se, se você foi um segurado sem histórico de sinistros - batida de carro e multa, entre outros, pode conseguir descontos na renovação do seguro, pois várias seguradoras premiam o segurado "ficha limpa" e concedem bônus na hora da renovação.

Este bônus é dado por todas as seguradoras, não só pela atual, por isso, vale a pena cotar com várias empresas antes de renovar o seguro, já que em todas o desconto será aplicado. A dica também vale para lembrar-se ao longo do ano de que bom motorista paga menos quando chegar a próxima renovação.

Com informações de Mulher UOL



Pra ficar de olho: 10 itens que estão pesando no bolso do brasileiro em 2017

Quem organiza as contas, despesas e o que entra e sai de dinheiro no orçamento, sabe que é necessário ficar atento aos preços do que se consome para não ter surpresas no fim do mês. Com a economia pouco estável, esse cuidado dobra e para ajudar quem é atento aos preços nas prateleiras, trouxemos dados divulgados recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os preços foram coletados para cálculo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do País.

1) Frutas, legumes e verduras

Os itens de supermercado têm um peso enorme nas finanças de uma casa e estão sempre variando de preço. A manga lidera o ranking das frutas que mudaram de preço com 43,10% de aumento, seguida por morango (25,18%), açaí (emulsão) com 24,38%, pimentão (11,62%) e repolho (11,22%). Mas também podemos citar alguns itens que ficaram mais baratos, como abacate (-45,62%), limão (-34,18%), mandioquinha (-33,82%), maçã (-27,67%) e banana-maçã (-26,43%).

2) Outros alimentos e bebidas

Outros itens de consumo diário que tiveram aumento considerável foram a manteiga, ovos, café e os peixes. Já entre os que ficaram mais baratos, podemos destacar os feijões, que, depois de subirem muito no ano passado, estão reduzindo de preço gradativamente: feijão-preto teve queda de 28,43%, feijão-massacar (fradinho) de 13,55% e feijão-carioca de 10,52%.

3) Educação regular

Os cursos regulares, sem ser públicos, que incluem de creche e ensino superior, subiram 8,27% no ano.

4) Cursos livres

Outros cursos, chamados de diversos, também tiveram aumento significativo de 3,50%. Entre eles destacam-se cursos de idioma, que ficaram 4,68% mais caros, e o preparatório, que subiu 4,62%.

5) Produtos farmacêuticos

Os produtos farmacêuticos tiveram aumento de 4,25% no primeiro semestre.

6) Plano de saúde

Outro item que pesou no bolso foi o plano de saúde. Em 2017 seu valor foi reajustado em 6,55%.

7) Serviços de transportes

O grupo Transportes do IPCA apresentou uma redução acumulada de 0,85% neste ano. No entanto, há itens que se destacam pela alta: ônibus intermunicipal ficou 7,27% mais caro, ônibus urbano, 6,31%, e transporte escolar, 4,44%. Por outro lado, as passagens aéreas apresentaram queda de 20,06% e o ônibus intermunicipal de 3,06%.

8) Veículo próprio

Os custos para manter um veículo próprio subiram 0,71% em 2017. O preço do automóvel caiu 0,47% e o da motocicleta subiu 1,24%. O que mais pesou, entretanto, foram outros gastos: gás veicular subiu 6,75%, seguro voluntário, 5,25%, lubrificação e lavagem, 2,12%, e emplacamento e licença também 2,12%. Mas não tivemos apenas más notícias: o preço do etanol caiu 12,41% e da gasolina, 5,56%.

9) Gás doméstico

Os combustíveis usados dentro de casa também pesaram no bolso este ano: o gás encanado subiu 9,07%, enquanto o botijão de gás, 3,22%.

10) Habitação

O grupo Habitação teve alta de 1,83% este ano. Custo de aluguel e taxas influenciam a alta: preço do aluguel residencial teve aumento de 1,36%, condomínio, 3,98%, e taxa de água e esgoto, 4,21%.

Sobre cortes no orçamento

Os dados do IBGE se relacionam com outra pesquisa sobre o primeiro semestre de 2017. Um levantamento feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional e Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que 80% dos brasileiros tiveram de fazer cortes no orçamento ao longo do 1º semestre deste ano para lidar com os efeitos da crise na comparação com mesmo período de 2016.

O principal item cortado foi a alimentação fora de casa, citado por 6 em cada 10 (57%) dos entrevistados. Em seguida vêm a compra de roupas, calçados e assessórios (55%), idas a bares e restaurantes (53%), gastos com lazer e cultura, como cinema e teatro (51%), viagens (51%), idas a salões de beleza (50%) e a compra de itens supérfluos nos supermercados (50%).

Fonte: G1 e Finanças Femininas

Férias escolares de julho: o que fazer com os filhos e economizar nesse período

Para as crianças, as férias escolares de julho são um dos momentos mais esperados do ano. Já para os pais que trabalham, esse período significa: hora de pensar como entreter os pequenos sem gastar rios de dinheiro. Se você passa por isso todo ano e não é adepto aos programas escolares ou espaços de brincar que cobram um valor, às vezes alto, para ficar com as crianças, é hora de se preparar para lidar com a situação de outras maneiras.

O primeiro passo para cuidar dos filhos da melhor maneira durante as férias é acionar sua rede de contatos para ver quem pode ajudar: avós, tios, vizinhos, amigos, além de conversar com outros membros da família como esposa ou marido e filhos mais velhos para ver como as coisas serão organizadas. Vale até ver com o grupo de pais dos colegas dos seus filhos e propor um "rodízio" durante a semana.

O segundo passo é investir na conversa. O diálogo é a peça chave. Primeiro para planejar o dia e, depois, para bater um papo e saber como tudo aconteceu, como elas se sentiram e propor atividades na medida certa. A partir desse diálogo é que se organiza o mês, juntamente com as crianças, sempre lembrando que todas as vontades precisam ficar dentro do orçamento familiar. Além disso, é importante ser criativo e original. A gente ajuda trazendo uma lista de alternativas para você e seus filhos na época de férias!

- Férias na casa de parentes e amigos

Na hora de acionar pessoas que podem ajudar, os familiares são importantes. No geral, a criançada adora passar algumas horas nas avós, tias, primos, comendo delícias, vendo TV ou, apenas, sendo mimados. Além disso, e os pais dos colegas do seu filho? Eles também podem ajudar nesse período contanto, é claro, que você também ofereça algo. Se um adulto está disponível hoje, ele pode sair com a turma. No fim de semana, pode ser a sua vez de sair com o grupo mirim. Durante os passeios, explore a cidade, organize um piquenique ou visite praças, parques e museus.

- Invista nos jogos

Se você pegar uma tarde com uma turma de crianças, não tenha dúvidas: jogos fazem rir, estimulam a socialização e são muito indicados para toda família se divertir. Algumas sugestões de jogos tradicionais para jogar com os filhos: UNO, Imagem e Ação, jogos de vídeo game, "Adedanha" ou "Stop". É distração garantida!

- Reserve um tempo para seu filho

Mesmo trabalhando durante a semana, reserve um tempo para mudar a rotina da criançada durante o período de férias. Fuja da rotina de casa, organize algo diferente quando chegar como, por exemplo, a noite da pizza, ou invista em uma viagem curtinha no fim de semana. Quem sabe um bate-volta até a praia no final de semana?

- Saia de casa

Aproveite as férias e os momentos que tem em família para curtir as opções e atrações que sua cidade oferece. Para saber o que está rolando, você pode consultar sites como o Catraca Livre, que lista programações culturais, filmes, programas infantis e boas opções de entretenimento barato ou de graça. Entre elas:

Ciclovias: Não deixe de experimentar e curtir as ciclovias de sua cidade. Organize uma pedalada com as crianças e, se possível, chame mais gente para se divertir com vocês.

Parques públicos: Além do espaço verde, ótimo para tirar as crianças de casa, você pode organizar um piquenique, andar de skate com os filhos, levar o cachorro de estimação para animar ainda mais a criançada e participar das atrações e atividades infantis que esses parques organizam nessa época do ano.

Museus e exposições: Pesquise exposições que estão na cidade e museus que ofereçam algo que interessa a criançada como, por exemplo, o Museu do Futebol em São Paulo ou O Museu de Brinquedos de Belo Horizonte, um dos maiores do país.

Programação Cultural: Fique de olho também na programação cultural da Secretaria de Cultura de sua cidade ou nos Sescs para saber o que esses órgãos oferecem de atrações no mês de julho.

Cinema mais barato: Nesse período de férias, as redes de cinema geralmente têm valores promocionais para as matinês e oferecem outras facilidades. Vale dar uma olhada antes de sair, nos sites das empresas!

Fonte: Meu Bolso em Dia e site Sempre Família

De olho nas armadilhas na hora de fazer o orçamento doméstico

Já falamos nesse espaço sobre diversas ferramentas para organizar as finanças pessoais e da casa, listamos dicas e apontamos caminhos. Agora chegou a hora de olhar para o que exige mais atenção na hora de se planejar. Fique atento aos gargalos e às armadilhas mais comuns que levam ao desgaste das finanças:

- Tratar gastos fixos como inalteráveis

Aluguel, água, luz, telefone e supermercado são gastos fixos e, na maioria das vezes, inevitáveis - mas não inalteráveis. Em situações de contenção de gastos, por exemplo, pode-se reduzir a conta do supermercado ou procurar um aluguel mais barato.

- Parcelar qualquer compra, mesmo que sem juros

O hábito de parcelar pequenas compras no cartão de crédito é o primeiro passo para o descontrole nas contas. O que, à primeira vista, parece vantagem, no longo prazo é uma armadilha: pequenas parcelas acumuladas viram uma grande dívida no cartão.

- Não destinar pelo menos 15% de sua renda para prioridades financeiras

Quais são as prioridades financeiras da sua família? Pode ser comprar a casa própria, pagar a faculdade dos filhos ou fazer uma previdência privada - o ideal é alocar ao menos 15% da renda familiar para essas metas prioritárias.

- Não considerar alternativas para aumentar a renda em médio/longo prazo

Se mesmo controlando os gastos o seu salário ainda acaba antes do final do mês, considere almejar um cargo ou emprego melhor. Lembrando que é importante estar de olho em novos aprendizados e especializações para agregar mais à suas habilidades.

- Ignorar os pequenos gastos do dia a dia

É comum nos lembrarmos das grandes despesas na hora de elaborar o orçamento doméstico, mas nos esquecermos das pequenas. Estipule um valor diário que pode gastar com esses pequenos itens, assim você evita surpresas ao final do mês.

- Não ter uma reserva financeira suficiente para pelo menos 3-6 meses

Ninguém está livre de passar por uma situação difícil como perder o emprego ou ter um problema de saúde. Nessas horas, o impacto pode ser maior se você não faz um planejamento. É importante manter uma reserva com a qual você consiga manter as principais contas em dia até conseguir se reposicionar. Lembre-se disso ao programar uma poupança.

Fonte: Site InfoMoney

Dicas para um carnaval sem problemas com o bolso

Chegaram aqueles quatro dias famosos em terras brasileiras: é carnaval, um feriado para agradar pessoas com os mais diversos estilos de vida, que aproveitam o tempo livre para curtir, descansar ou realizar tarefas e desejos que não conseguem por conta de uma rotina puxada. Independentemente da preferência de cada um, dicas financeiras para esse período valem para todos. Afinal, viagens e passeios (seja no bloquinho ou no retiro espiritual) geram gastos extras.

Para aproveitar bem o período e as dicas, vale reforçar a importância do planejamento tantas vezes comentado quando o assunto é Educação Financeira e realização de sonhos. Curta bastante a folia agora sem sustos financeiros e aproveite as recomendações para futuros carnavais.

1) Se for viajar para perto ou longe, procure informações sobre o lugar para onde vai para evitar problemas como a falta de bancos para sacar dinheiro, supermercados etc. Cheque se os estabelecimentos aceitam cartão de crédito ou débito. Toda informação é bem-vinda para evitar aborrecimentos.

2) Não confie em caixas eletrônicos em épocas de folia. Mesmo que você esteja longe do agito e esteja só de passagem por uma cidade ou no local com outro objetivo, é bom ficar atento. Alguns caixas às vezes têm problemas de abastecimento devido ao alto fluxo. Leve algum dinheiro "de casa" e tenha um lugar seguro para guardá-lo onde ficar hospedado. E lembre-se: não ande com todas as fontes de dinheiro em um único lugar. Procure diversificar.

3) Evite "dar bandeira" ao sair para festejar na rua. Evite grandes volumes, mesmo que não sejam de dinheiro, que possam chamar a atenção, ou mesmo o uso de celular em público, cujos furtos aumentam nessa época. Leve um documento, de preferência, em um bolso separado com botão ou zíper, e que você tenha a certeza que não vai mexer, apenas em caso de emergência. Muitas pessoas perdem documentos por guardá-los junto com o dinheiro.

4) Cuidado com as clonagens de cartões. Procure guardar todos os comprovantes de compras, e assim que voltar para sua casa, puxe um extrato da sua conta para comprovar os gastos realizados. Isso é bom também para ver se você conseguiu andar na linha e não extrapolou. Procure ir com apenas um cartão e preste bastante atenção na hora de digitar suas senhas.

5) Cuidado com os excessos que podem parecer tentadores nessa época. Se você foi para um lugar sabendo que poderia gastar X, não transforme esse valor em 2X. Claro que um pouco mais pode acabar passando, mas não abuse para não ter más lembranças do carnaval durante meses.

Cuide-se, descanse, brinque, aproveite nosso feriado!

Fonte: Uol e administradores.com

Planeje bem o seu tempo e o bolso para voltar às aulas

Para quem estuda ou ainda têm filhos na rotina escolar, os últimos dias de janeiro ganham significado diferente: servem para curtir o restinho das férias e também se organizar para começar tudo de novo. Essa volta, ou começo para alguns, não precisa ser algo pesado e é possível não sobrecarregar o bolso ou a agenda.

Na onda do ano novo, a proposta é aproveitar as energias recarregadas e o restante do tempo livre para que os próximos meses sejam de aprendizado, economias e menos stress. Para começar bem, fique atento a esses itens:

Material escolar

Primeiramente veja todos os materiais que você tem em casa que ainda podem ser utilizados. Isso serve para quem está no ensino fundamental, médio e também superior. Vale tanto para livros quanto para pastas, canetas, cadernos e outros itens. Se está de olho nessa questão por conta dos filhos, verifique junto com eles. É importante que eles entendam a importância de reaproveitar e doar o que não for necessário. Com a lista em mãos, marque todos os materiais que faltam e, com isso, faça orçamentos em diferentes locais antes de comprar, garantindo uma boa economia. Quem sabe, uma compra coletiva diretamente no atacado ajude nisso.

Uniformes e/ou roupas

Se o local onde seus filhos estudam exige o uso de uniforme, verifique como estão os do ano anterior, se ainda servem e se estão em bom estado. Após a checagem e constatando a falta de alguma peça, providencie a reposição antes do início das aulas. Lembrando que o uniforme velho pode ser descartado de maneira sustentável. Procure grupos de costureiras ou de artesanato próximos à você que podem reutilizar esse material.

Limpeza geral

Antes do início das aulas organize seu quarto, escritório, ajeite seu armário. Livre-se do que for lixo e do que não tenha mais utilidade. Chame os filhos para fazer isso em seus ambientes de estudo. Suas provas e atividades do ano anterior estão todos jogados em uma gaveta? Separe e organize em uma caixa ou pasta para então guardar em local próprio, se necessário. Deixe tudo arrumado e organizado para facilitar o início do novo ano letivo.

Organize seus horários

Uma boa dica é separar uma agenda para anotar seus horários de aulas e todas as avaliações e atividades que forem marcadas para o ano letivo. Se são os filhos que estudam, estimule esse hábito saudável que vale também para controle de finanças. Mantenha a agenda atualizada. Uma boa organização de horários e atividades irá tornar mais fácil o dia a dia escolar.

Fonte: Uol e Cariri Notícias

Para considerar no orçamento: quanto custa ter um pet em casa?

Pode não parecer em um primeiro momento, mas a decisão de ter um cachorro ou gato em casa causa impacto no orçamento e deve ser algo bem pensado, afinal é um ser que precisa de cuidados, muitas vezes parecido com qualquer outro membro da família: os pets também comem, gostam de lazer e ficam doentes. Tudo isso deve ser levado em conta na hora de colocar esses companheiros na sua rotina.

Pra começar, é importante entender que os valores mudam de acordo com o estilo de vida de cada um que toma essa decisão de adotar ou comprar um animalzinho. Além disso, pesquisar preços na hora de adquirir produtos necessários, fazer reservas de dinheiro e outros princípios da Educação Financeira continuam valendo aqui.

A decisão de ter um gatinho ou um cãozinho também muda o cenário. Gatos não precisam visitar pet shops com frequência para banhos e tosas, já que eles mesmos dão conta dessa tarefa, por exemplo. E cachorros, dependendo do porte, comem mais e vão com mais frequência ao veterinário. Cada um tem suas peculiaridades que interferem nos valores.

Entre cães e gatos

Os custos com esses pets giram em torno da alimentação, veterinário, brinquedos, higiene e vacinas, que dependendo das escolhas de marcas de ração e custo do veterinário, ao final do mês, podem tanto pesar quanto passar com folga pelo orçamento. Para os gatos, a areia é um fator diferente que entra na lista e é essencial, devendo ser trocada diariamente. Gatos se incomodam com sujeira e podem ficar estressados com o ambiente sujo. Uma embalagem de 4 quilos pode durar todo o mês, caso só haja um gato na casa, e o custo pode variar de R$ 7,00 até R$ 20,00.

Os gastos com veterinário e vacinas dos gatos não são frequentes, mas é bom ter uma economia para essas situações, já que, quando for necessário, os preços não são baixos. Claro que o tamanho da cidade e o estado mudam o cenário de preços, mas uma consulta para revisão geral pode custar entre R$ 150,00 e R$ 200,00, mais os exames, que podem ficar entre R$ 60,00 e R$ 300,00. Com vacinação e vermifugação, gasta-se um valor a mais. Para filhotes, tanto de gato como de cachorro, esses custos são intensos nos três primeiros meses.

Já os cachorros exigem mais no quesito diversão, precisam sair para passear e gastar energia, principalmente se forem grandes. Os gastos mensais com cães de pequeno porte podem variar entre R$ 195,00 e R$ 300,00. Já cães de grande porte, que exigem mais banhos e comem muito mais, podem chegar a gastar R$ 450,00.

Dicas importantes

  • Os períodos de início e fim da vida do animal geram mais gastos com cuidados veterinários, compra de acessórios e vacinas. Economizar para não faltar no futuro é uma boa opção para quem está pensando em adotar um pet, além de buscar serviços gratuitos em ONGs e órgãos da prefeitura. Em muitas cidades acontecem mutirões de castração gratuitos ou com custo bem baixo para incentivar o ato.

  • Evite gastar com mimos. Os brinquedos, em geral, tem pouco tempo de uso, já que geralmente são destruídos pelos animais, e comprar em excesso acaba por gerar um gasto desnecessário.

  • Preste atenção ao porte do animal e se o mesmo tem pedigree. Esses detalhes poderão encarecer os custos, já que um cão da raça Yorkshire, por exemplo, exige tosa constante, ao contrário de um cão de pelo curto ou mesmo um gato.

Fonte: Site Vivo Seu Dinheiro, UOL

Entender seus direitos como consumidor faz diferença no planejamento

Pode parecer apenas um detalhe, mas ficar atento ao que você compra, às taxas que estão embutidas e o que é permitido ou não no momento de adquirir um produto têm consequências importantes no seu orçamento e planejamento financeiro. Isso porque, como consumidor, você possui direitos e deveres e, se algo dá errado, recorrer a esse conhecimento ajuda na recuperação de uma quantia, troca ou devolução de algo que custou para o seu bolso, mas não atendeu suas expectativas.

Existem quatro pontos básicos na garantia de consumo para os cidadãos. São eles: o direito à segurança ou proteção contra a comercialização de produtos perigosos à saúde; o direito à informação na propaganda, no rótulo e na exposição do produto; o direito à opção e o direito a ser ouvido na elaboração de políticas públicas.

No Brasil, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) está em vigor desde 1991, sob responsabilidade da Fundação Procon. E a existência dessa instituição é fundamental, pois muitos estabelecimentos ainda se aproveitam da falta de conhecimento dos consumidores para ignorar os pontos básicos da relação com o cliente. O resultado são as cobranças abusivas e imposições irregulares ao consumidor, como por exemplo, consumação mínima em casas noturnas.

Veja alguns pontos básicos, apontados pelo Procon, para entender seus direitos como consumidor e como agir diante de certas situações:

1. A cobrança indevida pode ser devolvida em dobro

O artigo 42 do CDC e o artigo 940 do Código Civil garantem que, sempre que você pagar uma dívida já quitada ou cobrada de maneira indevida terá o direito de receber de volta o valor pago em dobro, acrescido da correção monetária e dos juros. Há apenas uma exceção: caso a cobrança tenha sido feita no cheque especial, somente o valor debitado será devolvido pois, nesse caso, quem pagou a dívida foi o banco, não o consumidor.

2. Casas de shows, boates e restaurantes não podem cobrar consumação mínima

Nestes ambientes a atenção à comanda deve ser constante, justamente para evitar problemas na hora de pagar. Contudo, é importante saber que o estabelecimento não tem direito de cobrar o valor mínimo da consumação, nem estipular uma multa para o caso de perda da comanda. Não deixe de denunciar esta prática ao Procon, anotando data, horário e o local da cobrança indevida. Se for possível, leve uma foto para ajudar o Órgão na investigação contra o estabelecimento. Nestas horas, a câmera do seu celular pode ser sua melhor aliada.

3. Não existe valor mínimo para compras no débito

É comum chegar a uma loja e ver uma placa informando aos consumidores que naquele estabelecimento existe um valor mínimo para compras com cartões de débito e crédito. Os lojistas recorrem a este recurso para garantir lucro, em função das taxas cobradas pelas empresas que alugam e vendem as máquinas de cartões. Porém, com ou sem justificativa, a taxa é considerada abusiva pelo Procon.

4. Cobranças com nome limpo podem render processo de danos morais

Se você quitou uma dívida, o seu nome deve ser retirado do cadastro de inadimplência dos órgãos de proteção ao crédito dentro do período de cinco dias úteis, como garante o artigo 43 do CDC. Se houver alguma falha neste procedimento, você deve comunicar o órgão cobrador que, por sua vez, tem mais cinco dias úteis para concluir a retirada do seu nome da lista de devedores.

Se a cobrança persistir e o consumidor for impedido de executar alguma compra ou operação bancária em função disso, é caracterizado um caso de danos morais. Nesse caso, a abertura do processo deve ser realizada no Procon, tendo em mãos algum comprovante da cobrança ou do nome ainda negativado.

5. Você pode desistir ou devolver uma compra online antes que ela chegue em casa

A partir do momento em que a compra por meio da internet, telefone ou com entrega a domicílio for efetuada, você tem sete dias para cancelar e pedir o seu dinheiro de volta. É possível esperar o produto chegar para avaliar as condições, se achar necessário. Nesse caso, os sete dias para devolução são contados a partir da data de entrega. Nas duas situações, tenha o comprovante da solicitação de cancelamento ou o número do protocolo do pedido.

6. Os estacionamentos são responsáveis pelo que você deixa dentro do carro

O Superior Tribunal de Justiça - assim como o artigo 14 do CDC - especifica que o estacionamento é responsável pela segurança do automóvel, bem como o que estiver dentro dele. Afinal, as pessoas procuram estacionamentos em função da segurança.

7. Toda loja e fabricante devem expor preços e informações de produtos

O Artigo 6 do CDC especifica que lojistas e fabricantes têm obrigação de dar informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem. O mesmo deve ser feito na realização de promoções.

Para reclamar ao Procon, basta informar a loja que está omitindo informação, se possível, com uma foto do produto. Se as condições de compra não estiverem claras e você sentir que foi lesada financeiramente, é possível abrir um processo contra o estabelecimento.

Fonte: Site do Procon e Blog Finanças Femininas

Dicas para alugar seu imóvel com mais rapidez no cenário atual

Entrar no mercado imobiliário, seja para comprar, ser o locatário ou inquilino exige organização e uma pitada de paciência. Escolher um bom local para viver, ou decidir sobre a pessoa que vai morar no seu imóvel ou ainda comparar preços para alugar são lados diferentes de um desafio comum. Pode ser cansativo, mas sempre compensa. O cenário econômico influencia as decisões e, nesse momento exige mais habilidades na hora de alugar ou comprar.

Aqui, vamos falar especificamente do assunto quando o desafio é colocar seu próprio imóvel para alugar. Nesse caso, é preciso sim ficar de olho nos preços da concorrência e em toda a parte burocrática necessária, mas também é importante saber mostrar seu imóvel de forma competitiva para o mercado. Veja algumas dicas para ter sucesso nessa empreitada.

  • Defina um preço realista

Diante da realidade econômica do país, é importante mostrar-se flexível para uma negociação de preços. Afinal, vale mais a pena alugar o seu imóvel por um preço inferior ao que pretendia do que mantê-lo fechado. Faça uma pesquisa na região em que ele está localizado. Se o preço estiver muito acima da média dos valores cobrados pela locação no mesmo bairro, reavalie o que está pedindo.

  • Mantenha o imóvel bem conservado

Verifique se seu imóvel está limpo e em bom estado. Se ele precisar de algum reparo ou pintura, providencie. É fundamental que ele esteja bem organizado e com uma boa aparência para atrair interessados, afinal, a primeira impressão é a que fica. Se um visitante encontrar um imóvel em mau estado, dificilmente vai querer alugá-lo.

  • Capriche na divulgação

Disponibilize material de propaganda na porta da casa ou, se for um apartamento, na portaria do prédio. Distribua folhetos ilustrados e divulgue pela internet também. Grupos no Facebook são uma boa opção. Capriche nas fotos e busque ângulos que favoreçam o imóvel. Lembre-se de informar todos os detalhes importantes, como metragem, insolação, número de cômodos e de vagas na garagem.

  • Fique por dentro das notícias do setor imobiliário

Acompanhe sempre as novidades do setor imobiliário que possam afetar a região do imóvel. Dependendo da notícia, a locação pode ocorrer muito mais rapidamente. É o caso da construção de sistemas de transporte ou melhorias da malha viária por perto. Inauguração de centros comerciais ou instalação de empresas nos arredores também podem ajudar. Destacar essas informações ao divulgar o imóvel pode valorizá-lo.

  • Deixe o imóvel disponível para visitas

Disponibilize-o para visitação e deixe os interessados o mais à vontade possível para verem os detalhes do local e tirarem todas as dúvidas. Certifique-se de que ele esteja bem iluminado e ventilado. Quanto mais receptivo e em ordem estiver o ambiente, maiores serão as chances de que seja alugado mais rápido.

Fonte: Blog Finanças Femininas Uol

Páscoa chegando: veja alternativas para economizar nessa data

Dia 27 de março é domingo de Páscoa e há algumas semanas o mercado de chocolates está agitado com o evento que já expandiu seu significado religioso e virou motivo para reunir família e amigos. Esses encontros costumam ter os esperados ovos de páscoa, mas neste ano talvez com mais cautela, pois o preço dos chocolates fabricados sofreu aumento de 16% em todo o país.

Diante dos preços e da situação econômica algumas dicas ajudam para manter certas tradições da data:

- Troque o ovo de Páscoa por outro presente

É difícil deixar de lado o principal produto da Páscoa. Mas se compararmos o preço de uma barra de chocolate com um ovo da mesma marca, a diferença pode ser de até 500%. Se não quiser deixar de presentear, portanto, quem sabe vale tentar trocar o ovo por essa opção. Uma cesta de bombons e chocolate com um bonito cartão de páscoa é uma ideia que pode ser tão bonita e impactante como os ovos de Páscoa, com um custo menor.

- Faça você mesmo seu ovo

Outra possibilidade é fazer o próprio ovo de Páscoa em casa. É mais trabalhoso, mas certamente mais econômico. Se você tem filhos, chame as crianças para ajudar, pois certamente vão se divertir nesse processo e nem se importarão com os "ovos tradicionais". Há muitas formas e alternativas de recheio que vão tornar seu presente único nessa Páscoa.

- Pesquise bem antes de comprar

O bom e velho ato de pesquisar! Se realmente optar pela compra do ovo de Páscoa, pesquise muito bem todas as opções. É importante ter alguma flexibilidade e não focar apenas em um ovo de uma marca específica. Procure avaliar o peso, os brindes, a marca e o preço de todas as opções para fazer as melhores escolhas. A internet está aí para ajudar...

- Não se iluda com promoções

Como em toda época festiva, o comércio se enche de promoções que chamam a atenção do consumidor. No entanto, é importante ter cuidado para não ser enganado. Confira se as promoções realmente valem a pena e compare com outros pontos de venda. Muito cuidado com promoções do tipo "Pague 2, leve 3". É importante se questionar: "será que você realmente preciso de três ovos de Páscoa?"

- Cuidado com as compras a prazo

Sempre prefira comprar à vista, com o dinheiro que você já tem no bolso. Evite ao máximo fazer compras parceladas, principalmente se houver juros. Caso realmente seja necessário comprar a prazo, tenha certeza que é possível cobrir as parcelas no futuro.

Fonte: Site Finanças Femininas e Diário de São Paulo

Material escolar mais caro em 2016: saiba como economizar

De acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae), o material escolar ficará, em média, 10% mais caro em 2016. A informação pode acender o sinal amarelo do seu orçamento, mas também pode ser um ponto de virada: que tal começar o ano mudando hábitos em busca de mais equilíbrio?

A compra de material escolar, no caso de famílias que possuem crianças, adolescentes ou adultos estudando, é um dos gastos mais altos desse período do ano. De acordo com a Associação Brasileira de Educadores Financeiros - Abefin, devido à falta de disciplina financeira, as despesas se acumulam e as famílias se perdem em meio a tantas contas para pagar. Com isso, acabam ultrapassando o limite de seu orçamento.

A maior dúvida é como economizar sem ter que abrir mão de obter os itens que os estudantes necessitam. A dica do executivo da Abefin, Reinaldo Domingos, é fazer uma análise da situação financeira. "O primeiro passo é um diagnóstico da vida financeira da família para saber exatamente quais são os ganhos e gastos mensais e quanto dispor para a aquisição do material escolar. É fundamental ir às compras com antecedência para não ser obrigado a pagar mais caro de última hora."

Tome nota de algumas dicas:

  • Procure conversar com outros pais e tentar fazer a compra em conjunto, pois, assim, a probabilidade de conseguir preços menores aumenta;
  • Confira seu estoque. Junte o material escolar do ano anterior e veja a possibilidade de reutilizá-los. É possível ainda reaproveitar livros didáticos do filho mais velho para o mais novo, se for o caso. Se não der, faça uma boa ação e doe o material para famílias sem condições de comprá-los;
  • Faça uma lista e siga-a com precisão. Cuidado para não se perder e acabar rendendo-se aos impulsos consumistas;
  • Converse com seus filhos antes de comprar o material. Explique a situação econômica da família e quanto dá para gastar com material escolar. Do contrário, será fácil ceder aos desejos deles e gastar mais que o planejado;
  • Quando estiver na loja, seja sincero e explique ao vendedor de forma clara o que você precisa, buscando sempre a melhor opção de pagamento. Sempre pergunte quanto o produto custa à vista. Isso proporcionará bons descontos. Se tiver que pagar a prazo, veja se as parcelas caberão no orçamento mensal.

Comprar materiais escolares requer cuidados, mas o investimento vale a pena, pois é o que dá as condições necessária para os estudos. "Preocupar-se em economizar sem deixar de proporcionar o que a família precisa faz parte do processo de educação financeira", afirma Domingos. Então, o negócio é aproveitar esse momento para ensinar boas lições sobre dinheiro, consumo e planejamento às crianças.

Com informações do portal Terra e da Abfiae

Pensando em trocar de carro? Cuidado com o financiamento

Que brasileiro gosta de carro todo mundo sabe e os números mostram bem: a frota circulante no país chegou a 41,5 milhões em 2014, um crescimento de 3,7%, segundo os dados do Sindipeças (Sindicato Nacional de Componentes para Veículos Automotores) no último ano. Compra, troca e venda de um automóvel são assuntos do cotidiano que pedem mais atenção de quem vai adquirir esse bem no cenário econômico atual.

Antes de tudo, é bom se perguntar: preciso mesmo comprar/trocar o carro agora? Tenho condições para arcar com as despesas de um veículo novo? Para dar o primeiro passo é preciso conhecer bem suas condições e entender as vantagens e desvantagens de cada decisão, sempre atento às armadilhas que podem aparecer.

A verdade é que o brasileiro já se acostumou com o financiamento, prática que ajuda quem não tem o montante completo para uma compra, mas que precisa do produto. No entanto, por conta de juros e outras taxas referentes à compra de carros, planejar e pagar de uma vez negociando um bom desconto tem se mostrado uma prática mais vantajosa.

Se não for possível fazer essa compra à vista é preciso tomar cuidado com o famoso "taxa zero, parcelas fixas mensais e tudo sem juros" dos financiamentos. Parece tentador, porém, a compra de um carro com parcelas a "juro zero" costuma embutir pelo menos três custos que normalmente só são veiculados nas letras miúdas das propagandas comerciais. Fique atento:

1) Taxa de juros pode, sim, existir. Mas não na forma de 1%, 2% ou 3%, e sim com algum número depois da vírgula do zero, à direita. Por exemplo: 0,9%, 0,8% 0,7% a.m. Por isso, é bom se certificar se as parcelas não sofrerão algum tipo de correção e se isso não está escondido nos contratos.

2) Custo do IOF (Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros) sempre está presente. Por se tratar de uma operação financeira, deve incidir o IOF, que, atualmente, é de 3% nos financiamentos de Crédito Direto ao Consumidor (CDC) - a modalidade mais usada nas compras a prazo de veículos. E ainda há a taxa de 0,38% que incide no momento da abertura do crédito. Fique de olho nesse acréscimo no valor fechado para o financiamento.

3) Cuidado também com a TAC - Taxa de Abertura de Crédito, uma tarifa cobrada pelos bancos, que varia de R$ 700 a R$ 1.000,00 para "administrar" os trâmites da compra. A legalidade dessa cobrança de taxa vem sendo questionada na justiça, mas ainda é algo constante nas lojas de automóveis.

Por isso, é sempre bom olhar para o Custo Efetivo Total (CET) da compra do veículo, pois o juro nominal das prestações pode até ser zero, mas o juro efetivo jamais será, em função desses custos apresentados.

Fonte: UOL, Site Best Cars e Blog Valores Reais

O inverno chegou: cuidado com a compra por impulso nas liquidações

Quando as lojas começam a liquidar, é tempo de redobrar atenção. Nem todas as ofertas de liquidações são vantajosas e, para não se deixar levar pela propaganda, faça uma análise fria: você precisa mesmo daquele produto, ainda que esteja mais barato? O valor cabe em seu orçamento? Essa compra é uma prioridade real?

Se as respostas lhe dão segurança para decidir, então, aproveite de forma consciente as oportunidades que a mudança de estação traz. Muitas lojas, de roupas especialmente, colocam seu estoque em promoção e, em certos casos, esta é a hora certa de comprar.

Mas uma lição vale para sempre: antes de qualquer compra priorize o pagamento das dívidas já assumidas.

Virando o jogo

Com orçamento folgado e pé no chão para consumir com responsabilidade, organize-se para a temporada de liquidações. É uma boa hora, inclusive, para renovar o guarda-roupa das próximas estações. Você pode adiantar, por exemplo, algumas compras de vestuário de verão - há lojas que costumam promover ofertas de roupas mais leves no período de inverno. Mas não perca o foco: dedique-se ao que é verdadeiramente necessário e vantajoso. Para não se perder, faça uma lista de prioridades, certifique-se se o desconto é efetivo ou mera jogada de marketing.

Outra dica é ficar atento ao crediário e fugir de dívidas nesse momento de juros altos. Muitas lojas e redes varejistas oferecem produtos com parcelamento no longo prazo, mas se você estiver com dinheiro na mão, muitas vezes é possível negociar um valor à vista com alguma redução.

Resumindo, vale a regrinha básica do consumidor consciente: pesquise preços, compare descontos, negocie na hora de pagar e planeje gastos. Até na hora das liquidações usar a educação financeira a seu favor é a melhor estratégia.

Controlando gastos

Para facilitar seu planejamento, conheça essa opção de planilha financeira disponibilizada pela Serasa. É gratuita e muito simples de usar: www.serasaconsumidor.com.br/planilhafinanceira.

Com informações do portal UOL e do site Serasa Consumidor

Conta conjunta: será que vale a pena ter uma ?

Alguns casais nem cogitam a possibilidade de dividir uma conta no banco, outros acreditam que essa é mais uma maneira de economizar e sair ganhando. Afinal, juntar mais que as escovas de dente é algo bom e que funciona? A resposta é simples: depende do tipo de relacionamento que o casal tem. Essa decisão não pode ser mais um motivo de stress na vida a dois e sim uma estratégia do planejamento financeiro.

O primeiro passo para decidir se vale a pena é entender vantagens e desvantagens desse processo. O que acontece é que centralizar os créditos mensais e gastos da casa em uma única conta permite a redução das taxas de manutenção bancárias, além do aumento de limites para possíveis investimentos e financiamentos.

Por outro lado, podem surgir algumas dores de cabeça, como a necessidade de precisar enfrentar os questionamentos e pedidos de satisfações do parceiro. Afinal, uma vez compartilhado o dinheiro, é compartilhado também o controle do que é gasto. Para casais que mantêm uma relação aberta ao diálogo, a conta conjunta é uma boa opção que facilita no planejamento financeiro. Mas, para quem enfrenta dificuldades na hora de compartilhar decisões e falar sobre dinheiro a escolha pode não ser a melhor.

Para entender melhor

Se sim, você tem um relacionamento preparado para dividir a conta, o próximo passo é saber como os bancos brasileiros lidam com essa opção. A conta conjunta permite que cada titular movimente o seu cartão de crédito ou débito. Existem dois tipos de conta: divisão "e/ou", onde ambos os titulares podem movimentar a conta, de forma isolada; e a divisão "ou", nessa opção, para as movimentações, são exigidas as assinaturas dos dois titulares.

É preciso confiança para fazer qualquer um dos dois tipos funcionarem. Uma conversa prévia onde o casal entra em acordo quanto aos limites de gastos, por exemplo, é essencial. Especialistas da área financeira sugerem a criação de um orçamento mensal, transparência quanto ao montante recebido no mês de cada um e cumplicidade em relação aos sonhos, planejamentos e problemas que possam surgir no caminho.

Alguns casais acreditam manter simultaneamente contas individuais também ajuda. Essa opção preserva a independência além do casal, pois existem gastos específicos de cada um que não precisam ser divididos, como salão de beleza ou happy hour com o pessoal do escritório, por exemplo. Sentar e conversar sobre as opções é sempre a melhor saída.

Fonte: Blog comparaonline e Exame.com

Como transformar pontos de programas de fidelidade em dinheiro

Os programas de fidelidade são uma grande oportunidade para os consumidores usarem as vantagens de comprar com cartões. Ao acumular pontos nessas compras, é possível trocá-los por uma grande variedade de produtos e serviços, das tradicionais passagens aéreas a eletrodomésticos e até cursos e produtos alimentícios.

Mas ainda existe uma grande parcela da população que desconhece o potencial desse tipo de operação. Uma pesquisa feita no ano passado pela empresa de consultoria CVA Solutions com mais de 6 mil consumidores aponta que mais da metade - 54% - dos que têm cartão de crédito participam de programas de recompensa, mas 40% deles afirmam que já perderam pontos sem resgatar.

A dificuldade de fazer a gestão dos pontos acumulados, de compreender as regras dos diferentes planos e também a sensação dos consumidores de que realizar o resgate de pontos é muito difícil são alguns dos fatores indicados pela consultoria para esse alto índice de perda de pontos.

Para ajudar a controlar a pontuação, existem hoje alguns sites e aplicativos para celular que possibilitam gerenciar diferentes programas de pontos do usuário, avisando, por exemplo, quando os pontos vão expirar. Confira mais algumas dicas e aproveite melhor esses benefícios.

Dicas para usar bem

- Escolha programas que se adequem a seus hábitos de consumo;

- Concentre os pontos em poucos cartões para facilitar a administração;

- Pesquise com atenção para ver as melhores opções na faixa de pontos que possui;

- Faça um bom planejamento para trocar os pontos pelo produto ou serviço desejado;

- Programe-se com antecedência se quiser utilizar os pontos ou milhas para resgatar passagem aérea: em geral, as companhias reservam poucos assentos para passagens adquiridas com pontos.

O que diz a pesquisa

Seu cartão oferece recompensas?
Sim: 54,5%
Não: 22,6%
Não sei: 22,9%

Você já teve pontos que expiraram?
Sim: 40,9%
Não: 44,2%
Não sei: 14,9%

Fonte: CSA Solutions

Aproveite a virada do ano e planeje suas finanças

O ano novo chegou e, com ele, muitas promessas de mudança, organização e, quem sabe, mais dinheiro no bolso. Então que tal transformar suas promessas e expectativas em atitudes e se planejar para que suas finanças fiquem no azul o ano inteiro? Com organização e disciplina é possível fazer um dinheirinho sobrar no fim do mês e tornar 2015 um ano realmente próspero.

Mas e agora, por onde começar?

Bem, a primeira coisa é avaliar a sua situação financeira neste momento. Sobrou um pouco do 13o salário na sua conta?

Se a resposta é sim e você está endividado o ideal é usar esse dinheiro para sanar o máximo que puder de suas dívidas. Analise todas as opções disponíveis e coloque todas as prioridades na ponta do lápis. Lembre-se que os juros pagos em uma dívida são, na grande maioria dos casos, muito mais altos do que os recebidos numa aplicação conservadora, como fundos DI e poupança (em torno de 0,6% ao mês, dependendo da opção escolhida).

Se você não faz parte do time dos endividados, aproveite uma parte dessa grana para pagar todas aquelas contas que chegam nos primeiros meses do ano como o IPVA, o IPTU e os gastos com material e uniforme escolar, por exemplo. a matrícula e o uniforme escolares. Fique de olho também nos gastos inesperados.

Agora, se você não tem todas essas despesas para se preocupar mas também não é lá dos mais organizados, fazer investimentos "forçados" é a alternativa mais recomendada. Que tal estabelecer uma regra de investimento para o dia do recebimento do salário?

O educador financeiro Mauro Calil, entrevistado da última edição da Revista Pé-de-Meia, sugere que o ideal é planejar e economizar um pouquinho durante o ano todo. Dessa forma é possível que no fim do ano você tenha até um 14o salário. "Uma dica é guardar 1/12 do salário todo mês. Em dezembro, você terá recebido juros de pequenas aplicações financeiras e não precisará nem tocar no 13o."

Saiba mais sobre esse assunto na edição de dezembro/2014 da Revista Pé-de-Meia, clique aqui.